Jasminum polyanthum

jasmim-dos-poetas, jasmim-chinês, jasmim-de-inverno, jasmim-rosa


Os árabes o chamavam de “ysmin”, que podemos traduzir como flor branca e o Profeta Maomé, no século VII, recomendava que se plantasse uma muda, junto à porta da entrada das residências, do lado de fora, para receber o visitante com uma agradável fragrância de boas-vindas. Mais tarde quando foi criado o Califado de Córdoba, em Espanha, o poderoso Abderrahman III mandou trazer do Oriente Médio esta trepadeira para luzir nos jardins mouros. Foi assim que começou ser difundido, mais tarde, em toda Europa este jasmim que era desconhecido na Grécia Antiga e no Império Romano. Depois, durante o Renascimento Italiano, o célebre banqueiro e político Cosme de Médici o cultiva no seu “Il Giardino dei Semplici” em Florença, cuidando-o como uma de suas espécies favoritas e exaltando sua fama além das fronteiras.

As flores do jasmim-dos-poetas são comestíveis e podem ser usadas em saladas ou nos chás, secas ou frescas. No paisagismo é ideal nas regiões de clima ameno, plantada para cobrir pérgulas ou arcos de entradas. Entretanto recomendo que fique longe das janelas de dormitórios ou salas de jantar, por causa do perfume forte que exala.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

Fonte da imagem: Wikipédia

Autor: Raul Cânovas
 

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