Como recuperar um ipê?

Nome: Emerson Lopes
Cidade: Ipaussu – SP
Pergunta: Boa Tarde amigos.

Tenho um Ipê em frente da minha casa de mais ou menos uns 3 anos de idade, só não sei se é o branco ou o rosa, pois ele nunca deu flores, ele vinha crescendo tranquilamente mas a uns 6 meses atras para cá ele começou a cair suas folhas (coisa que não é época para isso), E hj restando quase nada de folhas, notei que as pontas dos galhos estão secando. Por acaso vcs tem noção oque pode esta acontecendo com ela e se da para recuperar. Não queria perder ela.

Resposta: Olá, tudo bem? De maneira geral o ipê começa a florescer em torno de 5 anos, podendo variar devido a outros fatores. Excesso ou falta de água, como também, variações das temperaturas (invernos mais ou menos rigorosos) bem como a adubação, são fatores que influenciam na floração principalmente do ipê. Em seu caso específico, aconselho que seja realizada uma adubação rica em matéria orgânica, depois de verificar se sua árvore não está próxima a canos da via publica (o que pode estar contribuindo para o não desenvolvimento da mesma), uma poda de manutenção dos galhos mais secos.
Boa sorte e espero ter ajudado.
Fágner Henrique Heldt,
Biólogo.

Data da pergunta: 02/04/2018 15:58:20

Um comentário
  1. Bom dia,tenho um ipê nas uns 5 anos ele já floriu algumas vezes, porém agora percebi que as folhas não estão mas verdinhas, manchas brancas principalmente nos galhos e tronco, e o tronco descascando, pode de ajudar a cuidar da minha árvore

    1. Olá, Sandra. Os Ipês devem ser cultivados em solo fértil, em área aberta, para que recebam sol e circulação de ar. O esperado é o florescimento anual, e a época varia conforme a região, a variedade e o manejo da planta (rega, adubação, regime hídrico de chuvas, drenagem do solo, etc).
      Você pode nos mandar uma foto do tronco e outra das folhas com estas lesões para que possamos identificar o que está havendo com ele.

      Esperamos ter ajudado!
      Um abraço,
      Equipe Jardim das Ideias STIHL
      *colaborou com a resposta a engenheira agrônoma Vânia Chassot Angeli

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