Ipomoea purpúrea

É uma guerreira! Esta erva suporta uma vida florida mesmo nos piores solos.

Capaz de alastrar seus ramos em taludes íngremes e arenosos, onde acaba consolidando o terreno, evitando erosão, é vista também em baldios pedregosos e planos. Nos invernos frios e, em regiões sujeitas as geadas, pode perder suas folhas, mas elas rebrotam ao sinal dos primeiros calores.

Os cultivadores recomendam utilizá-la em solos bem drenados, onde o clima é seco, no entanto a vejo frequentemente, invadindo várzeas úmidas a beira de represas.

Enfim, uma trepadeira muito rústica que floresce, mais e melhor quando orientada em direção Leste para receber os primeiros raios de sol.

Autor: Raul Cânovas
 

Nome botânico: Ipomoea purpurea
Nomes comuns: Ipoméia, Corda-de-viola, Campainha, Corriola, Jetirana, Bom-dia, Glória-da-manhã.
Sinônimos estrangeiros: Purple Tall, Common Morning Glory (em inglês); Gloria de La Mañana, Manto de María, Don Diego de Día, Campanilla Morada, Ipomea, Yedra Morada, Bejuco, Aurora, Corregüela, (em espanhol). Línguas indígenas: Mecapatli, Metlancasis (em Oaxaca); Xhail (
Família: Convolvulaceae.
Características: trepadeira herbácea volúvel.
Porte: 2 m a 3 m.
Fenologia: verão até outono.
Cor da Flor: púrpura, rósea, avermelhada, violácea ou branca.
Cor da folhagem: verde-médio.
Origem: México e América Central.
Luminosidade: sol pleno.

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