Curiosidades
Os gaúchos, na região sul do Brasil, vivem em um território com pouco relevo, mas com uma vegetação característica
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Paineira-rosa
Nesses pampas, figuras do tamanho de Mario Quintana, Moacyr Scliar, Iberê Camargo e Nelson Gonçalves, encontraram inspiração para a arte que os consagrou. Nos campos e florestas às vezes planos, outras suavemente ondulados, surge uma vegetação representada por pinheiros e espécies de folhas decíduas que vegetam em regiões com as temperaturas mais baixas do inverno brasileiro, chegando a sofrerem geadas e até, ocasionalmente, nevascas.

Mario Quintana
Esse clima, com ventos como o pampeiro, de fortes rajadas seguidas de chuvas ou do minuano, que sopra do sudoeste, trazendo muito frio, desenvolveu um espaço biológico com características típicas que o diferenciam do resto do país.
Este é um dos motivos pelos quais o paisagismo gaúcho use árvores próprias, essências indígenas que há centenas de anos crescem espontaneamente no Rio Grande do Sul, faci...
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05 de dezembro de 2011
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Crônica
Minha pergunta é dirigida a Roberto Burle Marx (1909 – 1994) que projetou os jardins do Aterro do Flamengo

Roberto Burle Marx
Evidentemente o que considero o maior paisagista de todos os tempos não vai me responder, já que há tempos foi embora para criar Jardins Celestiais. Mas deixo de qualquer forma a minha pergunta no ar, para ser respondida por alguém: será que depois de implantado, o projeto do arquiteto Índio da Costa vai ficar integrado a esse complexo paisagístico de 1.200.000 m² de área verde à beira-mar?
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Projeto da Nova Marina da Gloria
Segundo Eike Batista, que administra negócios nos segmentos de mineração, imóveis, energia, fontes renováveis e entretenimento, sim. Desde sua sede, que fica exatamente no bairro do Flamengo, o magnata mineiro listado em 2011 pela Revista Forbes como a 8ª pessoa mais rica do mundo, afirma que as obras não irão interferir no conjunto paisagístico do Parque do Flamengo, seja qual for o ponto de vista do observador. Eike, ex-marido ...
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09 de maio de 2011
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Para Pensar

Nos últimos dias, as manchetes de todos os jornais noticiaram inundações e desmoronamentos de terra, causados pelas chuvas, no Rio de Janeiro. Causados pelas chuvas? Bem, vamos ser realistas, chover, sempre choveu, os alagamentos são o resultado dos desmatamentos, das construções irregulares, das terraplenagens equivocadas e da impermeabilização do solo nos centros urbanos.
Isto é verdadeiro e simples de verificar, porque em áreas intocadas e agrestes não vemos alagamentos e se há uma quantidade excessiva de água retida, em um vale ou em uma depressão de terreno, esta é absorvida rapidamente pelo solo. Uma área arborizada absorve 95% da água das chuvas, em contrapartida o solo limpo aproveita, no máximo, 60% e, se pavimentado, a absorvência é zero.
Todo o mundo sabe que as chuvas são medidas em milímetros, mas é importante explicar como isto funciona. Quando o serviço meteorológico informa que choveu 1 mm, está noticiando que caiu 1 litro de água em 1 m², essa é a altura que...
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15 de abril de 2010
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Dicas

Nascente do Rio Jequitinhonha (Serro-MG), Brasil.
Nos lugares onde existem vertentes de água, se faz necessária a preservação da vegetação existente, para prover, aos poucos e com regularidade, o aprovisionamento do lençol freático.
As nascentes são os berços que dão origem aos rios, córregos e reservatórios. Sua preservação ou recuperação não deve atender apenas as legislações vigentes, mas, sobretudo, a necessidade de esta e das futuras gerações que sempre dependerão da água para viver. Nada deve ser desmatado nem muito menos construído em um raio de 50 m.
1° Para recuperar uma área de nascente é fundamental usar vegetação nativa da região.
2° Construir cercas impedindo a entrada de animais é necessário, para manter a qualidade da água e o livre crescimento de árvores e arbustos.
3° Proteger ou restaurar uma nascente é um processo lento e deve ser visto como algo a ser feito a médio e longo prazo.
4° A escolha das espécies deve levar em conta a fauna local; espécies frut...
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15 de março de 2010
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