
Esta trepadeira deve seu nome botânico a uma princesa grega, filha do rei Édipo e da mãe deste, Yocasta. Tomando conhecimento da relação incestuosa que cometera com sua mãe, vazou os próprios olhos e partiu, junto com Antígona, para o exílio. Longe de Tebas ela se transformara na fiel companheira deste homem cego, pobre e mergulhado na desgraça. Por esse motivo, ela figura na mitologia como símbolo de amor filial. Sófocles escreveu esta tragédia 400 anos antes de Cristo.
Chama-la carinhosamente de amor-agarradinho me parece precedente e também justo já que traduz corretamente sua nomenclatura cientifica e seu comportamento como planta, que cresce sempre abraçada aos suportes onde vegeta.
Na umbanda é conhecida como flor de pai Xangô, e força de Iansã Menina.
Seus gigantescos tubérculos de até 7 kg, são comestíveis no México; o sabor lembra um pouco o de nozes.
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