Curiosidades
Mesmo regando todos os dias ou usando uma irrigação automática, as plantas não ficam tão viçosas como quando chove.

E isto é mais notável nos trópicos, onde a diversidade florística não apenas é maior, mas também apresenta uma exuberância intensa — seja pelo tamanho avantajado das folhas ou pelas floradas intermitentes, independente da estação.
As chuvas têm uma grande responsabilidade nessa fecunda abundância que vemos nas matas e jardins que mantém características genuínas. Isto porque, além de hidratar as plantas com água livre de dióxido de cloro, sais ferrosos, permanganato de potássio, ácido peracético etc. (que alteram o pH e eliminam uma série de bactérias benéficas ao desenvolvimento vegetal), fornecem nitrogênio.
Os relâmpagos e trovões realizam uma fixação biológica de nitrogênio durante as tempestades, “limpando” a atmosfera de poluição e lavando as folhas que ficam livres de poeiras. Nas regiões onde há garoas e as chuvaradas não existem, a vegetação é rala...
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12 de janeiro de 2011
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Dicas

Outro fator relevante na fitogeografia é a água. Uma quarta parte da Terra firme, no nosso planeta, se apresenta inóspita para qualquer tipo de flora por causa da aridez e, especialmente, por causa da grande diferença entre a temperatura máxima e a mínima no espaço de 24 horas. Outra quarta parte é semi-árida, permitindo apenas uma vegetação pouco densa. Assim são as estepes, na Rússia e a caatinga ou mato-branco nordestino, esta última se mostra além de esparsa, descolorida na maior parte do ano, luzindo apesar de seca, suas bromeliáceas (Tillandsia milagrensis, Encholirium spectabile, etc.) os mandacarus, o xiquexique e algumas árvores como a braúna-do-sertão, o pau-d’arco-roxo e o juazeiro. Esta flora vegeta com uma umidade muito baixa.
Os 50% restantes da Terra recebem chuvas em abundância e intensa luz solar, acarretando calor, estes fatores permitiriam o surgimento de bosques em profusão, no entanto a selva tropical possui uma biodiversidade maior que as zonas de clima temp...
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17 de maio de 2010
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Como a quantidade e a qualidade da água influenciam a fauna.

As regras são indispensáveis para conservar um paisagismo atraente o ano todo, pois a água é o componente principal dos tecidos vegetais, alcançando até 90% do peso da muda. Sua presença, ou ausência, repercute diretamente na estrutura da planta, transformando uma paisagem árida ou em selvática, sendo esta última típica nas regiões com chuvas anuais superiores a 2.000 milímetros. Quando as precipitações não atingem os 200 milímetros, no decorrer do ano, a flora é rala, como acontece na caatinga, ou totalmente ausente como em alguns desertos (Saara, no norte da África; Vitória, na Austrália; Gobi, na Mongólia), onde a umidade relativa ambiente é baixíssima.
Nas matas tropicais, a umidade é constante, seja pelas chuvas ou pelo orvalho, resultando em uma vegetação exuberante representada especialmente por acantáceas, araliáceas, bromeliáceas, maramantáceas, musáceas, polypodiáceas e singiberáceas, só para citar algumas f...
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07 de janeiro de 2010
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