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Dicas que você precisa saber para inicinar o cultivo de trepadeiras.

Hedera helix
Algumas trepadeiras possuem raízes adventícias para se fixar em paredes e muros. Elas nascem nos ramos da planta, fora de onde habitualmente ocorrem em árvores ou arbustos.
É importante que a parede seja de textura áspera, não se devem plantar heras, singônios, figueiras-trepadeiras, filodendros, unhas-de-gato, monsteras ou jibóias, próximas a superfícies lisas e escorregadias. Elas agarram-se melhor em texturas rugosas ou irregulares.
Essas trepadeiras são, portanto, autofixadoras, não precisando de amarrilhos ou qualquer outro amparo a não ser uma simples parede rústica.
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26 de novembro de 2009
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Não existem plantas agressivas, acontece, às vezes, certo descaso na hora de escolher uma determinada espécie, que com o tempo pode tornar-se invasora. E o caso desta trepadeira, extremamente resistente, que aproveita as margens dos rios para alastrar-se de forma a cobrir grandes áreas.
Na região Nordeste, principalmente no Ceará, é vista agarrando-se nos troncos das carnaúbas até esconder por completo suas coroas foliares.
Por isso utilize-a com prudência em situações que não prejudique a sobrevivência de outras plantas. É muito indicada para revestir muros e pérgulas.
No jardim de la Pamplemousse, na Ilha Maurício, sua florada é simplesmente espetacular.
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20 de outubro de 2009
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Ideal para revestir pérgulas nas regiões de clima quente, como outras integrantes desta família vegetal, pode ser utilizada mesmo em solos relativamente pobres.
Coroando muros, é uma escolha perfeita quando damos preferência a cipós cor-de-rosa-forte que além do mais, atraem borboletas.Outra vantagem do cipó-de-sino é o rápido crescimento.
Frequentemente é confundida com a Saritae magnifica, sendo esta última diferente, por ter folhas compostas sempre, por dois folíolos de textura coriácea, característica rara entre as Bignoniaceas.
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trepadeiras
02 de outubro de 2009
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Existem quase 15.000 hibridos deste gênero que, originalmente, habita a Cordilheira dos Andes, desde Chile até as montanhas Maya, na Guatemala.
Quando o naturalista Saint-Hillaire visitou o Rio Grande do Sul, em 1820, se encantou com esta trepadeira que é a flor símbolo desse Estado sulino.
Crescem melhor na face Leste ou Sul, em lugares levemente sombreados, protegidas do vento e do ressecamento.
A Fuchsia American Society pesquisa esta trepadeira desde 1929.
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brinco-de-princesa
01 de outubro de 2009
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As trepadeiras são um tanto folgadas, dependem sempre de um apoio, de algo ou de alguém que as amparem para irem à busca da luz e, assim, florescer, soltar sementes e perpetuar a espécie.
Longe de criticá-las, admito que precisam de nossa ajuda para ficarem bonitas, e no caso da trombeta-branca, esse auxílio pode ter uma recompensa interessante, se a conduzirmos em uma pérgula, solidamente construída, para que seus galhos pesados sejam sustentados. As flores enormes e alvas se sobressaem no meio à folhagem escura e, ainda por cima, exalam um perfume delicioso. Imaginou ler um livro sob a sombra desse cipó? Imagine.
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Beaumontia
25 de setembro de 2009
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Ipomoea purpúrea

Hedera canariensis
Nome botânico [Nome popular]
1. Cuspidaria convoluta [Cipó-rosa]
2. Hedera canariensis [Hera-batata]
3. Hedera helix [Herinha]
4. Ipomoea alba [Ipomeia-branca]
5. Ipomoea purpúrea [Ipomeia-roxa]
6. Macfadyena unguis-cati [Ipê-trepadeira]
7. Pyrostegia venusta [Cipó-de-são-joão]
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reptantes
25 de setembro de 2009
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