O título desta crônica mais parece um trava-língua, do que a rotulação de alguns comentários que pretendo fazer nos próximos minutos. No entanto a coisa é bastante séria, independente do título que parece ter surgido de um teste fonoaudiológico.

Os druidas eram uma espécie de sacerdotes, de ministros religiosos, que se colocavam como intermediários entre os celtas e seus deuses. Essa civilização, que existiu entre o segundo milênio a.C. e o século I d.C., quando Cláudio conquista a Bretanha e a incorpora ao Império Romano, tinha nas árvores um símbolo ideal de ligação entre o céu e o espaço onde viviam. Não edificavam templos nem igrejas, o santuário era o próprio bosque, onde o altar-mor surgia sempre, junto a um imponente carvalho. Homens e mulheres adoravam a vida representada por: choupos, aveleiras, ciprestes e sorveiras sentados na relva, enquanto oravam na esperança de que essas árvores intercedessem, levando cada súplica à Danu, a Grande-Mãe, Deusa da Terra.
Pois é, um...







