Planta da Semana - Forração

Lírio-roxo

Existe uma crença afirmando que só floresce depois da planta produzir pelo menos doze folhas, é por esse motivo que popularmente é conhecida como planta dos apóstolos.

Muito rústica, forma canteiros compactos recebendo duas ou três horas diárias de sol. As touceiras com folhas lanceoladas combinam com plantas de folhas largas: elípticas, espiraladas, obtusas, lobadas, orbiculares, etc. Dessa maneira consegue-se uma combinação harmônica pelo contraste.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies

01 de fevereiro de 2010

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Dicas

Como transformar um vaso de barro em um arranjo florido

Aprenda a fazer um lindo arranjo de flores usando um simples vaso de barro.

19 de janeiro de 2010

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Impatiens walleriana

É uma injúria, um ultraje o apodo maria-sem-vergonha, dado a essa herbácea nativa nos sopés das montanhas Livingstone e Inyanga, localizadas na Tanzânia e em Moçambique. A grande produção de sementes e o desenvolvimento rápido de suas populações, não é motivo para tratá-la dessa maneira, pelo contrário, a exuberância visual lhe daria o direito de ser conhecida apenas como impaciente, já que as cápsulas que guardam suas sementes se abrem ao simples toque, deixando claro o frenesi, a vontade de cobrir os campos com seu colorido singular.

20 de outubro de 2009

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Planta da Semana - Trepadeiras

Antigonum leptopus

Esta trepadeira deve seu nome botânico a uma princesa grega, filha do rei Édipo e da mãe deste, Yocasta. Tomando conhecimento da relação incestuosa que cometera com sua mãe, vazou os próprios olhos e partiu, junto com Antígona, para o exílio. Longe de Tebas ela se transformara na fiel companheira deste homem cego, pobre e mergulhado na desgraça. Por esse motivo, ela figura na mitologia como símbolo de amor filial. Sófocles escreveu esta tragédia 400 anos antes de Cristo.

Chama-la carinhosamente de amor-agarradinho me parece precedente e também justo já que traduz corretamente sua nomenclatura cientifica e seu comportamento como planta, que cresce sempre abraçada aos suportes onde vegeta.

Na umbanda é conhecida como flor de pai Xangô, e força de Iansã Menina.

Seus gigantescos tubérculos de até 7 kg, são comestíveis no México; o sabor lembra um pouco o de nozes.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies

 

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08 de setembro de 2009

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Planta da Semana - Forração

Pentas lanceolata

Se gostar de borboletas, e o jardim for localizado em regiões de cerrado, como Goiás ou Minas Gerais ou, até, no sertão baiano ou alagoano, onde as temperaturas são altas e a umidade é mínima; você precisa ter um canteiro com esta planta perene, que floresce quase que sem parar.

Os povos árabes inventaram um estudo baseado na geomancia, onde algumas plantas induziam a vivenciar experiências benéficas. A estrela-do-egito inspira tranqüilidade de espírito, persistência e segurança, segundo essa antiga ciência. Quiçá as borboletas transmitam tudo isso, influenciadas pela suave vibração dessas flores.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

28 de agosto de 2009

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Planta da Semana - Forração

Agapanthus africanus

Seu nome botânico deriva do grego agapas - amor e anthus – flor. Silvestre de uma região que contempla o encontro eterno do Oceano Índico com o Oceano Atlântico, cresce da mesma forma nos vales próximos a capital legislativa da África do Sul, Cidade do Cabo, como nas montanhas esverdeadas de Table Montain.

Nessa região, muito tempo antes do navegador português Bartolomeu Dias atingir, em 1487, o extremo Sul da costa africana, os sangomas (curandeiros) da tribo Xhosa preparavam um chá com as raízes para acalmar as dores do parto.

É uma excelente opção como flor de corte, já que as hastes são compridas, no entanto ao cortá-las lave a parte talhada para retirar a seiva pegajosa que dela escorre.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

18 de agosto de 2009

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Planta da Semana - Árvores

Cassia ferruginea

Não é exigente com o solo onde será plantada, suportando bem aqueles considerados pobres; tolera o sol direto, mesmo na sua fase inicial de crescimento, é rápida; o tronco reto, coberto por uma casca acinzentada, mais ou menos lisa, é imune a brocas; tem uma florada espetacular durante a primavera.

Que mais podemos querer desta árvore? Bem, talvez, mais nada, no entanto deveríamos estar atentos a suas longas favas que mudam do verde ao marrom destacando-se no inverno quando a árvore está despida de sua folhagem. Mas atentos por quê? Por que no interior dessas favas tem umas sementes que são vistas como verdadeiras iguarias pelos periquitos, pelas maritacas e alguns outros alegres e famintos visitantes alados.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

18 de agosto de 2009

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