Planta da Semana - Arbustos

Camarão-vermelho

Tenho observado que é de rusticidade notável, suportando bem a falta de trato em espaços públicos onde, mesmo em locais menos ensolarados, desenvolve-se bem apesar de florir menos.
Preferida por beija-flores e borboletas é recomendada para locais freqüentados por crianças.
Nas regiões de serra, entre 200 e 1500 m acima do nível do mar, seu desenvolvimento é favorecido.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

11 de janeiro de 2010

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Planta da Semana - Arbustos

Neve-da-montanha (Euphorbia leucocephala)

Uma ótima planta para se cultivada na caatinga brasileira.

Euphorbia leucocephala
Foto: Euphorbia leucocephala

Sua origem é um tanto incerta, contudo é freqüente observa-la em regiões tropicais. Em Brasília que fica a uma altura de, aproximadamente, 1.000 a 1200 metros acima do nível do mar, com o inverno seco e frio, vi uns exemplares nos jardins do Ministério do Exercito; Burle Marx usou os leiteiros em áreas ensolaradas e apesar do pouco cuidado dispensado atualmente, a esse projeto do genial paisagista, as mudas sobressaem encantando o visitante.

É uma sábia escolha para ser cultivada na caatinga nordestina e em todos aqueles locais onde a água é escassa.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

17 de novembro de 2009

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Dichorisandra thyrsiflora

Encontrada em estado silvestre, nas capoeiras úmidas a partir do sopé da Cordilheira de Salamanca, em Costa Rica, até a Serra do Mar, na região Sudeste do Brasil, estendendo-se até o Paraguai e norte da Argentina. Cresce encostada nos troncos das árvores, chamando a atenção pos causa dos cachos florais de cor violeta.
É fácil de multiplicar através de estacas, portanto, é uma boa solução para situações sombreadas em regiões livres de geadas. Quando combinada com espécies que florescem em tons de amarelo, o impacto visual é aumentado.
 

01 de outubro de 2009

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Clerodendron fragrans

Desfrutar o jardim à noite? Porque não, se você reservar um espaço para ser exclusivamente usufruído a luz do luar. Não esqueça seu lado romântico. Pense em um jantar estimulante, imagine-se dançando sob a copa de uma árvore, cuja copa rendada desenha o plenilúnio a seus pés.
Um maciço de clerodendros vão criar um “clima” delicioso. Suas flores desabrocham dobradas com pétalas brilhando como turmalinas cor-de-rosa, suaves, lembrando pequenas rosas biscuit que, mitologicamente, são associadas ao deus Adonis, o amado de Vênus. Nada mal para um palco poético que, particularmente, será nutrido pelo delicado perfume dessas flores, sempre com mais intensidade, depois do cair da tarde.
 

01 de outubro de 2009

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Bauhinia galpinii

Imagine-se tomando sol na margem do Rio Limpopo, em uma pedra totalmente revestida por um musgo bem verdinho. Lá você contempla uma encosta do Monte Dombo, no sul de Moçambique, quase na fronteira com a África do Sul e a Suazilândia.

No meio do verde surgem às flores vermelhas do mubondo ou mun’ando como são chamadas pelo inyanga, literalmente o homem das árvores, o curandeiro zulu, especialista em ervas que curam.

Esse arbusto acostumou a crescer assim, meio que recostado nas ladeiras e ribanceiras dessa região paradisíaca da África Meridional. O clima é muito parecido com aquele predominante na Mata Atlântica, do sudoeste do Brasil.
Por isso, lembre-se dela quando precisar uma espécie resistente para um talude, onde o solo é geralmente pobre.
 

25 de setembro de 2009

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Brunfelsia uniflora

Curiosamente, suas flores, claream as pétalas a partir do violeta-escuro até ficarem totalmente brancas. As nuanças e o perfume intenso atraem um lepidóptero conhecido como borboleta-do-manacá. Essa borboleta deposita seus ovos apenas nas folhas dessa planta, que é o único alimento de suas larvas.

Agora, como se não bastasse o colorido que a florada desta planta apresenta, vêm a se somar as asas da borboleta pintadas de amarelo, branco e preto, com áreas pequenas totalmente translúcidas; dando a impressão que estamos contemplando um vitral gótico, arrancado de uma catedral medieval.

25 de setembro de 2009

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Planta da Semana - Arbustos

Aglaia odorata

O bairro Higienópolis, São Paulo, foi em termos urbanísticos, uma espécie de revolução na arte de edificar uma metrópole, um concreto novo para os barões do café que procuravam o melhor e mais saudável clima da cidade.

As primeiras residências datam de 1880, mas foi uma lei promulgada em 1898 que obrigou as novas edificações a terem um recuo de 6 m do alinhamento e outros 2 m nas laterais; a idéia foi do paisagista Joseph Bouvard que chegara da França depois de ter ocupado o cargo de chefe de Parques e Passeios de Paris, na sua bagagem trouxe umas mudas destas aglaias que, por sua forma colunar e sua estrutura praticamente acaule, se transformaram em sebes indispensáveis nas laterais das mansões.

Na mitologia grega Aglaia era uma das três graças, filha de Vênus, seu nome significa esplendor. Talvez seja por esse motivo que as folhas desta arvoreta brilham tanto nas primeiras horas da manhã.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

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19 de agosto de 2009

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Planta da Semana - Arbustos

Holmskioldia sanguinea

Às vezes é necessário pensar como um fotógrafo ou, até, como um cineasta que, com a câmera na mão, procura o melhor ângulo para retratar ou filmar uma determinada cena. Com plantas acontece algo parecido, elas possuem pontos de vista mais ou menos favoráveis, por isso, é muito importante posicioná-las de maneira, que mostrem sua face mais interessante.

Em se tratando deste arbusto a posição ideal é aquela situada em locais mais altos, como a crista de um talude ou uma grande jardineira que possamos contemplá-la alçando nosso olhar; os ramos compridíssimos e sempre reclinados nos levam a imaginar chapéu-chinês fazendo uma majestosa reverência, quem sabe com uma pitada de doce malícia, para atrair beija-flores.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

18 de agosto de 2009

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