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Esta é uma árvore que deveria chamar mais a atenção quando compomos uma paisagem. A tonalidade de sua copa é notável por causa das folhas pardas, com nuances amarronzados. Isto é relevante já que, na ausência das floradas, os matizes de verde acentuam a profundidade daquilo que é contemplado. O louro-pardo é caducifólio e não tem grandes pretensões em termos de fertilidade nem de clima, à exceção de áreas encharcadas e da região amazônica. O crescimento é rápido e sua florada exuberante, que atrai beija-flores e abelhas, cobre totalmente a fronde em uma época (início do inverno) em que o florescimento das árvores é parco. Dependendo da região, as flores surgem mais cedo. Propicia excelente madeira utilizada em marcenaria fina.
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Louro-pardo
26 de dezembro de 2011
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comentários
São muitas as cordias que colonizam nossas matas, mas esta possui algumas virtudes que lhe dão destaque, se comparada com outras espécies do mesmo gênero.
As flores brancas são notáveis e se destacam salpicadas na folhagem escura; desabrocha primeiro a flor terminal e depois as laterais, isso explica que encontremos botões, e na ponta dos raminhos, frutos. Esses frutos frutos, um tanto pegajosos e muito doces, são disputados pelos pássaros. Os índios os comiam e com a polpa faziam aguardente.
A espécie que homenageia o botânico alemão Valerius Cordus de Oberhessen (1515-1544), suporta geadas leves, prefere solos úmidos e é uma escolha acertada nas ruas estreitas sob rede elétrica, nas regiões do Sudeste brasileiro, especialmente no litoral.
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20 de outubro de 2009
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