Curiosidades

Árvores Nativas do Rio Grande do Sul

Os gaúchos, na região sul do Brasil, vivem em um território com pouco relevo, mas com uma vegetação característica


Paineira-rosa

 Nesses pampas, figuras do tamanho de Mario Quintana, Moacyr Scliar, Iberê Camargo e Nelson Gonçalves, encontraram inspiração para a arte que os consagrou. Nos campos e florestas às vezes planos, outras suavemente ondulados, surge uma vegetação representada por pinheiros e espécies de folhas decíduas que vegetam em regiões com as temperaturas mais baixas do inverno brasileiro, chegando a sofrerem geadas e até, ocasionalmente, nevascas.


Mario Quintana

Esse clima, com ventos como o pampeiro, de fortes rajadas seguidas de chuvas ou do minuano, que sopra do sudoeste, trazendo muito frio, desenvolveu um espaço biológico com características típicas que o diferenciam do resto do país.

Este é um dos motivos pelos quais o paisagismo gaúcho use árvores próprias, essências indígenas que há centenas de anos crescem espontaneamente no Rio Grande do Sul, faci...

05 de dezembro de 2011

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Dicas

Árvores para a região litorânea do sul do Brasil



Mimosa bimucronata

Nas restingas e mangues do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande Do Sul vegetam espécies que merecem mais divulgação entre os paisagistas. Por sugestão de Sonja Boechat, professora aposentada do Departamento de Botânica da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), vou citar algumas:

...
NOME BOTÂNICO NOME POPULAR
Alchornea glandulosa tanheiro
Alchornea triplinervia pau-jangada
Annona glabra araticum-da-praia
Aspidosperma parvifolium guatambu-oliva
Bactris setosa palmeira-coco-de-natal
Blepharocalyx salicifolius murta
21 de janeiro de 2011

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Dicas

UM POMAR PARA O SUL DO PAÍS


Foto: Magnus Manske - Pitangueira

Selecionamos quatorze árvores frutíferas que, por serem nativas na região subtropical úmida, são de fácil cultivo. Este pomar pode ser organizado em áreas de campos, na mata dos pinhais ou em espaços de mata atlântica, no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

VENTOS

Os ventos frios que varrem a região desidratam e, às vezes, queimam as folhas, além de dificultar a brotação e o florescimento da planta. Contudo, esses mesmos ventos impedem, muitas vezes, a formação de geadas quando o ar quente se encontra com as correntes frias. Quando surgem ventos secos e quentes ocorre desidratação e conseqüentemente podemos ver derrubada de folhas, flores e frutos.

Por isso é importante situar o pomar em um local abrigado dessas ventanias. Geralmente as áreas de fundo de vale são mais protegidas e férteis; as cercas quebra-ventos feitas com árvores e/ou arbustos também minimizam o problema, porém esses renques devem estar a pelo menos 15 m de distância...

08 de outubro de 2009

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