Espirradeira, oleandro, loendro, loandro, loandro-da-índia, loureiro-rosa, adelfa, cevadilha ou flor-de-são-josé.

Popular nos países banhados pelo Mar Mediterrâneo, é comum vê-la nos canteiros centrais das autopistas da Itália e da Espanha, costume adotado em cidades do Brasil, como é o caso de Porto Alegre. Conhecida como “adelfa” no mundo grego, muito antes da nossa era, foi chamada também de nerion, homenageando Nereu, um deus marinho, filho de Pontos e de Gaia, com poderes proféticos e grande sabedoria. Foi inspiração para o poeta Virgílio, autor da Eneida; descrita por Plínio, O Velho, na sua “Naturalis Historia”, publicado no ano de 77, em Roma e citada por Jean-Baptiste Rousseau, o grande poeta francês do século XVIII.
Durante a guerra da Argélia, (1954 – 1962) a guerrilha, que pleiteava a independência da França, usava a planta para contaminar os poços e cisternas e assim envenenar as tropas francesas de ocupação. Como toda a planta é tóxica, por causa dos seus princípio...
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29 de fevereiro de 2012
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Este arbustinho, escrevo arbustinho não como um demérito e sim por causa do tamanho dele, é uma opção a ser levada em conta por diversos motivos: primeiro porque não são muitas as plantas com pétalas azuis que florescem o ano inteiro; segundo porque o porte pequeno e a forma erecta e colunar permite seu uso em jardins com pouco espaço e até em vasos e jardineiras; terceiro porque apesar de gostar de sol, suporta bem locais sombreados, crescendo rapidamente; quarto porque é rústico e indiferente a ventos e a estiagens periódicas, aclimatando-se nas regiões litorâneas. Quinto porque é ideal na formação de renques compactos de baixa altura. Sexto porque nunca vi pragas ou doenças que lhe afetem.
Quer mais? É linda!
Ah! Com as folhas é preparado um extrato utilizado para o tratamento de anemias, inflamações e dores de dentes.
Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.
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16 de fevereiro de 2012
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Hipericão-rastejante, hipérico, rosa-de-Sharon, raio-de-sol, barba-de-arão, erva-de-são-joão
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Este arbusto é indicado para cobrir taludes, dando-lhes estabilidade e controlando a erosão do solo, nas regiões serranas do sul do país. Crescendo em terras relativamente pobres, porém bem drenadas, cobre grandes áreas sem necessidade de manutenção, já que não é afetada por pragas ou doenças, apenas precisa de uma boa poda no final dos invernos frios, para estimular os ramos novos que crescerão bem nos verões com altas temperaturas. Quando cultivada em vasos oferece um aspecto pendente muito interessante. Suas flores, com 10 centímetros de diâmetro, douradas com estames de cor alaranjado-intenso, são utilizadas para a obtenção de tinturas, usadas em tingimentos.
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Desde o ponto de vista cenográfico recomendo usá-lo, no sul do Brasil, junto à Juniperus horizontalis, Verônica spicata, Lavandula officinalis, Cotoneaster horizontalis e Combretum fruticosum. O hipérico, associado com e...
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10 de fevereiro de 2012
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Afelandra rosa, afelandra coral

Este gênero vegetal faz parte de um grupo de 200 espécies de arbustos lenhosos ou herbáceos, nativos na América tropical. Seu nome deriva do grego (apeles = solitário; aner = macho), em alusão às anteras unicelulares da flor. As afelandras são acantáceas, uma família com 250 gêneros (a afelandra é um deles) e aproximadamente 3.000 espécies. Alguns trabalhos apontam 275 gêneros e até 4.000 espécies. As acantáceas mais conhecidas pelos paisagistas brasileiros são as: asystacias, barlerias, justicias, odontonemas, pachystachys, ruellias, sanchezias, thunbergias e muitas outras que apresentam semelhanças genéticas e floração - na maioria das vezes, exuberante. Uns poucos indivíduos desta família vivem em regiões de clima temperado. Talvez a mais conhecida habitante de territórios com invernos frios seja o acanto-grego (Acanthus mollis), célebre por ter inspirado o famoso escultor Calímaco a fazer o capitel da coluna coríntio que, com suas formas, suge...
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27 de janeiro de 2012
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Esta é uma planta magnífica para ser cultivada em solos úmidos e até ocasionalmente encharcados. Junto a córregos ou espelhos d’água causa um efeito exuberante, alastrando com facilidade, além de desenvolver muito bem em vasos ou jardineiras. A planta, que é confundida muitas vezes com a maconha, por causa da similitude das folhas, deve ser podada para ficar mais compacta, assim como suas flores cortadas quando murchas, para incentivar mais botões florais e ter os beija-flores e borboletas sempre por perto. Aos poucos os paisagistas a descobrem e os cultivadores introduzem variedades como: a 'Violet Queen', a 'Rose Queen' e a 'Rainha Branca'. É resistente às pragas e doenças e semeada na primavera germina em um mês mais ou menos, dependendo da região e da estação chuvosa.
Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.
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04 de janeiro de 2012
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As espécies arbóreas conhecidas como quebra-ventos, quando plantadas em linha ou na forma de renques, proporcionam uma proteção muito eficaz à lavoura e à pecuária. No paisagismo, estas estreitas faixas de arvoretas e árvores, também prestam um serviço importante permitindo o cultivo de uma maior variedade de plantas.

ELAS SERVEM PARA:
• Reduzir os prejuízos ocasionados pelo vento, em 30 a 50%;
• Aumentar a temperatura em até 2° C;
• Frear as perdas de água pela evaporação, na folhagem e no solo;
• Evitar a machucadura das folhas, preservando-as de doenças;
• Atenuar o escoamento superficial das águas de chuva, diminuindo a lixiviação do solo;
• Aumentar a capacidade da drenagem dos solos demasiadamente úmidos;
• Dar abrigo a avifauna.
É IMPORTANTE OBSERVAR QUE:
• Alinhamentos e composições geométricas “endurecem” a paisagem;
• Os ângulos e distancias entre as mudas deve ser variado;
• As árvores mais altas devem ser posicionadas no fundo;
• Devem-se mesclar est...
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30 de junho de 2010
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Planta da Semana - Arbustos
Tenho observado que é de rusticidade notável, suportando bem a falta de trato em espaços públicos onde, mesmo em locais menos ensolarados, desenvolve-se bem apesar de florir menos.
Preferida por beija-flores e borboletas é recomendada para locais freqüentados por crianças.
Nas regiões de serra, entre 200 e 1500 m acima do nível do mar, seu desenvolvimento é favorecido.

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11 de janeiro de 2010
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Planta da Semana - Arbustos
O triális, como é mais conhecido, é um arbusto resistente às condições mais adversas, só não suporta os frios rigorosos, com orvalhos matutinos que se transformam em geadas.
De resto podemos considerá-lo como rústico e vigoroso. Sua florada se estende desde a primavera até maio ou junho e o amarelo-dourado das pétalas é viçoso, especialmente se contrastado com as flores azuis da bela-emília.

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04 de janeiro de 2010
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