Aphelandra Sinclairiana

 Afelandra rosa, afelandra coral

Este gênero vegetal faz parte de um grupo de 200 espécies de arbustos lenhosos ou herbáceos, nativos na América tropical. Seu nome deriva do grego (apeles = solitário; aner = macho), em alusão às anteras unicelulares da flor. As afelandras são acantáceas, uma família com 250 gêneros (a afelandra é um deles) e aproximadamente 3.000 espécies. Alguns trabalhos apontam 275 gêneros e até 4.000 espécies. As acantáceas mais conhecidas pelos paisagistas brasileiros são as: asystacias, barlerias, justicias, odontonemas, pachystachys, ruellias, sanchezias, thunbergias e muitas outras que apresentam semelhanças genéticas e floração - na maioria das vezes, exuberante. Uns poucos indivíduos desta família vivem em regiões de clima temperado. Talvez a mais conhecida habitante de territórios com invernos frios seja o acanto-grego (Acanthus mollis), célebre por ter inspirado o famoso escultor Calímaco a fazer o capitel da coluna coríntio que, com suas formas, suge...

27 de janeiro de 2012

1 comentário

Cleome hassleriana

 

Esta é uma planta magnífica para ser cultivada em solos úmidos e até ocasionalmente encharcados. Junto a córregos ou espelhos d’água causa um efeito exuberante, alastrando com facilidade, além de desenvolver muito bem em vasos ou jardineiras. A planta, que é confundida muitas vezes com a maconha, por causa da similitude das folhas, deve ser podada para ficar mais compacta, assim como suas flores cortadas quando murchas, para incentivar mais botões florais e ter os beija-flores e borboletas sempre por perto. Aos poucos os paisagistas a descobrem e os cultivadores introduzem variedades como: a 'Violet Queen', a 'Rose Queen' e a 'Rainha Branca'. É resistente às pragas e doenças e semeada na primavera germina em um mês mais ou menos, dependendo da região e da estação chuvosa.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

04 de janeiro de 2012

Nenhum comentário

Dicas

Árvores Usadas como Cortina de Vento

As espécies arbóreas conhecidas como quebra-ventos, quando plantadas em linha ou na forma de renques, proporcionam uma proteção muito eficaz à lavoura e à pecuária. No paisagismo, estas estreitas faixas de arvoretas e árvores, também prestam um serviço importante permitindo o cultivo de uma maior variedade de plantas.


 

ELAS SERVEM PARA:
• Reduzir os prejuízos ocasionados pelo vento, em 30 a 50%;
• Aumentar a temperatura em até 2° C;
• Frear as perdas de água pela evaporação, na folhagem e no solo;
• Evitar a machucadura das folhas, preservando-as de doenças;
• Atenuar o escoamento superficial das águas de chuva, diminuindo a lixiviação do solo;
• Aumentar a capacidade da drenagem dos solos demasiadamente úmidos;
• Dar abrigo a avifauna.
 

É IMPORTANTE OBSERVAR QUE:
• Alinhamentos e composições geométricas “endurecem” a paisagem;
• Os ângulos e distancias entre as mudas deve ser variado;
• As árvores mais altas devem ser posicionadas no fundo;
• Devem-se mesclar est...

30 de junho de 2010

17 comentários

Planta da Semana - Arbustos

Camarão-vermelho

Tenho observado que é de rusticidade notável, suportando bem a falta de trato em espaços públicos onde, mesmo em locais menos ensolarados, desenvolve-se bem apesar de florir menos.
Preferida por beija-flores e borboletas é recomendada para locais freqüentados por crianças.
Nas regiões de serra, entre 200 e 1500 m acima do nível do mar, seu desenvolvimento é favorecido.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

11 de janeiro de 2010

Nenhum comentário

Planta da Semana - Arbustos

Brasileirinha

O triális, como é mais conhecido, é um arbusto resistente às condições mais adversas, só não suporta os frios rigorosos, com orvalhos matutinos que se transformam em geadas.

De resto podemos considerá-lo como rústico e vigoroso. Sua florada se estende desde a primavera até maio ou junho e o amarelo-dourado das pétalas é viçoso, especialmente se contrastado com as flores azuis da bela-emília.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

04 de janeiro de 2010

3 comentários

Planta da Semana - Arbustos

Neve-da-montanha (Euphorbia leucocephala)

Uma ótima planta para se cultivada na caatinga brasileira.

Euphorbia leucocephala
Foto: Euphorbia leucocephala

Sua origem é um tanto incerta, contudo é freqüente observa-la em regiões tropicais. Em Brasília que fica a uma altura de, aproximadamente, 1.000 a 1200 metros acima do nível do mar, com o inverno seco e frio, vi uns exemplares nos jardins do Ministério do Exercito; Burle Marx usou os leiteiros em áreas ensolaradas e apesar do pouco cuidado dispensado atualmente, a esse projeto do genial paisagista, as mudas sobressaem encantando o visitante.

É uma sábia escolha para ser cultivada na caatinga nordestina e em todos aqueles locais onde a água é escassa.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

17 de novembro de 2009

19 comentários

Dichorisandra thyrsiflora

Encontrada em estado silvestre, nas capoeiras úmidas a partir do sopé da Cordilheira de Salamanca, em Costa Rica, até a Serra do Mar, na região Sudeste do Brasil, estendendo-se até o Paraguai e norte da Argentina. Cresce encostada nos troncos das árvores, chamando a atenção pos causa dos cachos florais de cor violeta.
É fácil de multiplicar através de estacas, portanto, é uma boa solução para situações sombreadas em regiões livres de geadas. Quando combinada com espécies que florescem em tons de amarelo, o impacto visual é aumentado.
 

01 de outubro de 2009

Nenhum comentário

Clerodendron fragrans

Desfrutar o jardim à noite? Porque não, se você reservar um espaço para ser exclusivamente usufruído a luz do luar. Não esqueça seu lado romântico. Pense em um jantar estimulante, imagine-se dançando sob a copa de uma árvore, cuja copa rendada desenha o plenilúnio a seus pés.
Um maciço de clerodendros vão criar um “clima” delicioso. Suas flores desabrocham dobradas com pétalas brilhando como turmalinas cor-de-rosa, suaves, lembrando pequenas rosas biscuit que, mitologicamente, são associadas ao deus Adonis, o amado de Vênus. Nada mal para um palco poético que, particularmente, será nutrido pelo delicado perfume dessas flores, sempre com mais intensidade, depois do cair da tarde.
 

01 de outubro de 2009

Nenhum comentário