Planta da Semana - Palmeiras
O rei Attalus III, que governou a cidade de Pérgamo (atual Bergama) na Turquia no século I, era um apaixonado pela flora de seu país. Ele foi lembrado quando os botânicos batizaram, cientificamente, esta palmeira típica no nordeste.
Nos babaçuais trabalham milhares de pessoas, predominantemente mulheres, na extração do óleo das sementes, para a indústria alimentícia, construção e artesanato. Na cosmética, os produtos derivados deste óleo são muito apreciados no mercado europeu.
Paisagisticamente é formidável por causa de sua rusticidade e imponente presença.

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18 de janeiro de 2010
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Planta da Semana - Palmeiras
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Típica no planalto meridional e na região do Chaco, seu uso não é restringido apenas ao paisagístico, já que é muito utilizada em jardins públicos e residenciais, mas também, no caso do tronco, a construções rurais e piers para atracação de embarcações. As folhas são usadas em cestaria e os frutos além de comestíveis são aproveitadas na fabricação de sabão.
Mas é nos jardins onde o jerivá tem luzimento, apenas deve-se tomar cuidado com suas folhas, pesadas e grandes, que ao cair sobre uma residência pode quebrar as telhas.
O escudo da Província del Chaco, Argentina, ostenta um pindó, como é conhecido naquele país, no centro da imagem, deixando claro a importância histórica-econômica dessa palmeira.
Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.
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14 de dezembro de 2009
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Planta da Semana - Palmeiras

Conheci esta palmeira na década de 1960, no aterro do Flamengo, era a primeira vez que alguém prestava atenção nela e esse alguém se chamava Roberto Burle Marx. Ele soube tirar o melhor proveito plantando um grupo bem pertinho do mar; esse mar traz uma brisa carregada de sal, deixando as folhas sempre com um verde-cintilante mostrando, às vezes, o lado inferior levemente azulado.
Alguns anos se passaram, até descobri-las no seu habitat. Estava em Cumuruxativa, no Sul da Bahia, quando as vi em todo seu esplendor, salpicando as falésias íngremes que pareciam mais estáveis e seguras graças aos guriris, que fincavam seus troncos na areia; assim, de forma subterrâne e anárquica, esses caules preferiam ir em direção contraria a todos os troncos do mundo vegetal, só para viver nas areias brancas, olhando para o azul do mar.
Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.
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18 de agosto de 2009
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