Planta da Semana - Forração

Lírio-roxo

Existe uma crença afirmando que só floresce depois da planta produzir pelo menos doze folhas, é por esse motivo que popularmente é conhecida como planta dos apóstolos.

Muito rústica, forma canteiros compactos recebendo duas ou três horas diárias de sol. As touceiras com folhas lanceoladas combinam com plantas de folhas largas: elípticas, espiraladas, obtusas, lobadas, orbiculares, etc. Dessa maneira consegue-se uma combinação harmônica pelo contraste.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies

01 de fevereiro de 2010

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Planta da Semana - Forração

Crino-branco (Crinum procerum)

Semelhantes às amarílias, suas flores são intensamente perfumadas. Com grandes bulbos e folhas largas formam maciços robustos.

Como cobertura vegetal em solos úmidos é uma solução prática, pois não requer manutenção. Entretanto, deve-se arrancar e dividir as touceiras, quando o bulbo principal formar "filhotes" em sua base, que ocorre a cada 3 ou 4 anos. O replante favorecerá o aspecto das mudas, além de incentivar a florada.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

03 de dezembro de 2009

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Planta da Semana - Forração

Pentas lanceolata

Se gostar de borboletas, e o jardim for localizado em regiões de cerrado, como Goiás ou Minas Gerais ou, até, no sertão baiano ou alagoano, onde as temperaturas são altas e a umidade é mínima; você precisa ter um canteiro com esta planta perene, que floresce quase que sem parar.

Os povos árabes inventaram um estudo baseado na geomancia, onde algumas plantas induziam a vivenciar experiências benéficas. A estrela-do-egito inspira tranqüilidade de espírito, persistência e segurança, segundo essa antiga ciência. Quiçá as borboletas transmitam tudo isso, influenciadas pela suave vibração dessas flores.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

28 de agosto de 2009

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Planta da Semana - Forração

Agapanthus africanus

Seu nome botânico deriva do grego agapas - amor e anthus – flor. Silvestre de uma região que contempla o encontro eterno do Oceano Índico com o Oceano Atlântico, cresce da mesma forma nos vales próximos a capital legislativa da África do Sul, Cidade do Cabo, como nas montanhas esverdeadas de Table Montain.

Nessa região, muito tempo antes do navegador português Bartolomeu Dias atingir, em 1487, o extremo Sul da costa africana, os sangomas (curandeiros) da tribo Xhosa preparavam um chá com as raízes para acalmar as dores do parto.

É uma excelente opção como flor de corte, já que as hastes são compridas, no entanto ao cortá-las lave a parte talhada para retirar a seiva pegajosa que dela escorre.

Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.

18 de agosto de 2009

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