Dicas

Como controlar a expansão dos liquens nas árvores


Foto: Ferran Nogués 

Os liquens são organismos formados pela associação de um fungo com uma alga e aparecem colados em todo tipo de superfície: telhas, troncos, pedras, na terra e nas estátuas que estejam localizadas em locais sombreados pelas copas das árvores. Habitam dos trópicos ao ártico, onde não cresce praticamente nada.

Olhando através de um microscópio, um pedacinho de líquen, observamos duas plantas distintas: uma alga verde, ou levemente azulada e um fungo que tem filamentos rodeando a superfície dura da alga. Esta alga tem clorofila, por isso produz energia que recebe do sol e a divide com o fungo que fornece alimento mineral e abrigo. Esta parceria permite que o líquen viva milhares de anos.

São mais ou menos trinta mil variedades que vivem em todas as situações imagináveis: no deserto, na mata, na água doce, nas rochas à beira mar, e para alimentar-se retiram nutrientes de qualquer lugar, inclusive do vento.

Às vezes são um tanto abusados e cobrem quase que totalmente os troncos de arbustos e árvores. Nesse caso, para evitar a asfixia da planta, é aconselhável controlar sua expansão limpando o tronco e os galhos com uma escova dura, de nylon ou de arame ou ate com uma luva áspera de carneiro. Quando as infestações tomaram conta de uma superfície maior da árvore, pode-se passar pasta bordalesa na região com uma brocha.

Autor: Raul Cânovas

15 de setembro de 2009

110 comentários

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  • Eloilda Pereira dos Santos comentou dia 18 de outubro:

    Agradeço pela dica sobre como controlar o líquen s nas árvores. Muito bom. Na verdade gostaria de ajudar um sítio Espírita a cuidar de umas roseiras que as formigas estão Se vocês puderem me orientar onde encontrar algum artigo. Agradeço muito a gentileza. Muita PAZ

  • karen comentou dia 16 de novembro:

    Nos troncos das palmeiras e xaxuins em mairipora encontramos um fungo vermelho alaranjado grudado nas arvores....eles sao como uma mancha nas arvores....Eles sao ruims ou boms para as arvores???

  • Ilana comentou dia 06 de janeiro:

    Como um líquen asfixia uma árvore??

  • Raul Cânovas comentou dia 10 de janeiro:

    Oi Ilana,

    No artigo que escrevi, no último parágrafo explico: "Às vezes são um tanto
    abusados e cobrem quase que totalmente os troncos de arbustos e árvores.
    Nesse caso, para evitar a asfixia da planta, é aconselhável controlar sua
    expansão limpando o tronco e os galhos com uma escova dura, de nylon ou de
    arame ou até com uma luva áspera de carneiro. Quando as infestações tomaram
    conta de uma superfície maior da árvore, pode-se passar pasta bordalesa na
    região com uma brocha."

  • Miguel comentou dia 27 de junho:

    Nosso sitio tem várias laranjeiras que até tres anos atrás quando compramos o sítio produziam muito. Depois daquele ano que choveu muito aqui em Rib. Pires elas pararam de dar fruta e parece até que secaram, além de ter muito líquen nos troncos. Será que tem relação? Penso em cortar todos os pés e plantar novos

  • Raul Cânovas comentou dia 29 de junho:

    Difícil saber Miguel,

    Mas se esses liquens invadiram as árvores de modo a não permitir a respiração, é possível que acarrete o declínio delas. Seria interessante que nos enviasse imagens das laranjeiras para avaliar a situação.

  • Michel N Benatti comentou dia 04 de agosto:

    Liquens são epífitos, e de nenhuma forma prejudicam os substratos onde se fixam. O comentário demonstra imensa falta de conhecimento ao divulgar uma informação totalmente errônea as pessoas. Não há nenhuma necessidade de calda bordalesa ou de qualquer outro procedimento agressivo. O senhor Raul aparentemente desconehce muito sobre o assunto que está divagando neste texto.

  • Raul Cânovas comentou dia 08 de agosto:

    Você tem razão (pelo menos em parte) Michel;

    Os liquens são epífitos que não procuram o alimento de seus hospedeiros, não tendo qualquer relação com as parasitas. Entretanto, e sempre há um, entretanto, não apenas as parasitas comprometem o desenvolvimento das espécies lenhosas. Você já viu uma palmeira-acuri (Attalea phalerata) sendo abraçada até a morte por uma figueira-mata-pau (Ficus guaranitica), no Pantanal Mato-grossense? Percebeu o avanço avassalador de uma trepadeira conhecida como coração-de-estudante (Thunbergia grandiflora) em cima de um ipê-amarelo-cascudo (Tabebuia chrysotricha) que tenta em vão soltar suas folhas em setembro e não consegue porque essa planta o afogou por completo? Soube da invasão do cajepute (Melaleuca quinquenerva) na Florida, USA, massacrando a flora nativa desse bioma? O que acha desses exemplos onde alguma coisa escapa ao controle e destrói outra forma de vida vegetal?

    Pois bem meu caro Michel, a mesma coisa acontece quando o líquen-prateado (Parmelia carperata) se reproduz de modo continuado, graças à ação do vento, tomando os troncos e os ramos das árvores que não conseguem vegetar e entram em uma fase senescente, porque as brotações não podem competir com essas formas de vida. As árvores morrem, literalmente, asfixiadas. Isto foi constatado por mim na cidade de Suzano-SP, onde vi morrer uma alameda de tulipeiras (Spathodea nilotica) totalmente cobertas por esse líquen. Nessa região é comum ver outras espécies sofrerem com a presença de liquens: azaléias e outros arbustos definham por causa deles.

    A calda bordalesa não é um procedimento agressivo é, apenas uma forma de controlar a expansão do líquen, como foi referido na minha matéria. Dou também parte de razão a você quando diz que desconheço o assunto; realmente não sou liquenólogo, sou apenas um paisagista que convive com o mundo vegetal há mais de meio século e isto me permite contemplar a paisagem de um modo menos pontual, desde um prisma ecosófico, onde procuro aproximar a ecologia ao pensamento abstrato dos homens que procuram algo além do pensamento cartesiano, que nos impede de sentir, obrigando-nos a racionalizar de forma cética.

    Mas, enfim Michel, agradeço suas colocações e espero que algum dia possa considerar-me seu colega.

    Abraços,

  • michel N benatti comentou dia 14 de agosto:

    Prezado Raul

    O numero de coisas absurdas que você mencionou é muito problemático. Eu sou um dos poucos especialistas em liquens do Brasil, tenho Mestrado e Doutorado em liquenologia (trabalho na Secretaria do Meio Ambiente do Estado de SP, no Instituto de Botânica), conheço Parmelia caperata muito bem assim como outras 2514 espécies até o momento, e posso garantir que a cobertura de um trono por liquens, seja ela total ou parcial, NADA tem a ver com a morte de um vegetal. Nenhuma de suas estruturas penetra na casca mais que o suficiente para se fixar sobre ela, isso quando penetra, e toda a nutrição vêm da relação simbiótica e do ambiente, tal como a poeira mineral que percola da copa ao tronco quando chove ou é trazida pelo vento.

    EU poso GARANTIR que nada do que você disse é verdade. É uma alegação sua baseda numa observação e conclusão sem NENHUM fundamento científico! "a, os liquens cobrem as plantas, então por isso elas estão morrendo!"

    Isso é simplesmente ABSURDO!!!pelo amor de Deus, não divulqgue isso a leigos! Se você não conehece a biologia de um organismo, não deve tirar conclusões precipitadas sobre elas.

    Note que estou falando dos liquens, e não de outros grupos de fungos, como os que o senhor mencionou no primeiro parágrafo.

    A propósito, o nome atual do liquen prateado que o senhor mencionou é Parmotrema caperatum, e dessa famínilia constam atualmente mais de 2500 espécies. Tem idéia do nivel do seu desconhecimento? Num tronco de árvore isolado, eu já cheguei a identificar mais de 120 espécies de liquens. O recorde de que já ouvi falar é 187.

    Eu até quero ajudar você, mas por favor, não divulgue algo sem antes consultar um especialista! Você faz idéia de quantos alunos nos procura todos os anos querendo fazer iniciação científica, mestrado ou doutorado com liquens como bioindicadores ou biomonitores?

    Um abraço.

  • michel N benatti comentou dia 14 de agosto:

    Só corrigindo, eu havia me confundido com Parmelia caperata: o liquen em questão é atualmente uma Flavoparmelia,não uma Parmotrema (eu estava pensando em outra Parmelia, esta a P. subcaperata, que virou mesmo Parmotrema) e de prateado não tem absolutamente nada. É verde amarelado, pois contém ácido úsnico cortical.

  • Raul Cânovas comentou dia 26 de agosto:

    Excelentíssimo Doutor Michel Benatti,

    Em primeiro lugar deixo aqui a minha respeitosa admiração pelo seu currículo e trajetória científica e torço para que consiga superar esse recorde do qual fala. Por falar de superação imagino que algum dia (espero que próximo) estará alcançando o topo do conhecimento, isto claro se andar pelos caminhos da vida calçando bases virtuosas. Leonardo da Vinci disse certa vez: “Pouco conhecimento faz com que as pessoas se sintam orgulhosas. Muito conhecimento, que se sintam humildes. É assim que as espigas sem grãos erguem desdenhosamente a cabeça para o Céu, enquanto que as cheias as baixam para a terra, sua mãe”.

    Pois é Michel, com a modéstia daquele que é ciente do muito que tem a aprender, lhe recordaria que a procura da sabedoria é mais valiosa do que a do conhecimento adquirido nos livros. Nessa andada é prazeroso o debate, mas a discussão ofensiva não é construtiva, é por isto, que insisto para que procure conhecer um pouco mais sobre aqueles que julga fazerem afirmações inverdadeiras e, a seu modo de ver, absurdas. Isto é inteligência, mas sabedoria é conhecer-se a si próprio mostrando o poder de controlar as forças brutas. No final das contas, como coloca no seu comentário, você estava confundido e corrigiu-se; isto é louvável!

    P.S. Ah!...já estava me esquecendo, vou considerar sua disponibilidade em me ajudar como especialista no assunto. Na minha equipe de consultores conto com técnicos das mais diversas áreas e todos são afáveis no trato e corteses no relacionamento com as pessoas.

    Com meus respeitos,

  • michel N benatti comentou dia 04 de setembro:

    Prezado Sr. raul

    Todos os seres humanos da face da terra são passíveis de erros. nem o mais sábio é infalível. O que me incomoda demais é encontrar pessoas fazendo colocações sobre aquilo que desconhecem.

    Meu intuito na verdade não é ser agressivo. Se o fui, perdo-me de minha parte. Estava é sendo muiuto direto. Entenda por este lado: a maioria das pessoas que consultam informações como a que o sr. divulgou toma por verdade absoluta coisas assim na internet, ou mesmo em livros. Se não tomar-mos muito cuidado, disseminamos informações errôneas que podem vir a acarretar em muitos problemas futuros! Eu já vi coias muito escrabosas começando desta maneira, que é o que na verdade me deixa um tanto irritado.

    A questão do "orgulho" do meu conhecimento na verdade é da autoridade que levei décadas pra obter pra poder lutar contra imposições de pseudo intelectualóides (não estou me referindo ao sr.; estou falando de barbaridades, mesmo) que cusam verdadeiros problemas ao flarem como sumidades de assuntos dos quais nada de fato comprteendem.

    Isso tudo requer MUITO cuidado. Se eu estou sempre preocupado em me corrigir quando percebo uma falha minha (como o sr. notou), imagine como não fico quando coisas até bem piores são divulgadas?

    Mais uma vez, eu lhe peço perdão se de alguma forma lhe ofendi pela aspereza com a qual me dirigi em primeira instância. E como disse, estou a disposição para lhe auxiliar. Eu sou, por minha natureza, um colaborador, e não um competidor ou combatedor. Mas quando se faz necessário, as vezes sou obrigado, mesmo não querendo.

  • michel N benatti comentou dia 04 de setembro:

    A, sim. Não sei se o senhor gostaria de saber mais sobre o assunto, mas há um livro que talvez possa lhe ajudar a conhecer um pouco mais sobre os liquens. Alguns capítulos são mais complexos, mas no geral, acho que seria de seu interesse.

    Filho, LX; CT Rizzini. Manual de liquenologia brasileiro. Ed. Universidade Federal de Pernambuco. 431 pp.

  • Michel N Benatti comentou dia 04 de setembro:

    Pra dar um exemplo das barbaridades que estava me referindo, veja isto: existe um liquen vermelho, muito comum em áreas rurais e algumas zonas urbanas do Brasil, chamado Herpothallon rubrocinctum (nos EUA, chamam de Christmas Lichen). É muito divulgado como um indicador da qualidade do ar por aqui, embora esta seja uma informação errônea. Como ele é relativamente comum e chamativo devido a coloração vermelha, criou-se um mito a respeito disto, embora não haja um único estudo sério em todo o planeta onde esta espécie ocorra a respeito dele ser ou não biondicador e o pior, DE QUE. Muita gente por exemplo divulga que ele tem algas vermelhas por causa da cor (o que é mentira, a cor é devido a uma substância produzida pelo fungo, chamada ácido quiodectõnico), sendo que ele têm algas clorófitas, verdes, do gênero Trentepohlia.

    Dai, imagina alguém divulgando por exemplo que um poluente altamente cancerígeno ou sabe-se la Deus o que deve estar se espalhando em um lugar porque esse liquem esta aumentando, esta diminuindo, etc?

    Coisas como esta podem causar um caos. Simplesmente porque como eu lhe disse, foi divulgada na net por alguém que se passa por uma autoridade.

    De novo, não tenciono ofender-lhe. Prefiro começar então novamente, já que o senhor mostrou-se uma pessoa educada e de muito boa vontade.
    Tenha um bom dia.

  • Raul Cânovas comentou dia 12 de setembro:

    Caro Dr. Michel,
    Vejo que gostou de trocar missivas com o “Jardim das Idéias”. Isto é edificante, entretanto espero que não estejamos criando uma celeuma.
    Gostaria de esclarecer que:
    1. O texto original “Como controlar a expansão dos liquens nas árvores” é a representação fiel e autêntica dos conhecimentos científicos e empíricos colhidos nos meus longos anos de experiência paisagística e foi redigido e dirigido às pessoas que seguem nosso Site, com o propósito de esclarecerem assuntos cotidianos. Não é a nossa intenção nos aprofundar em questões acadêmicas;
    2. Tomamos todos os cuidados para que as informações que inserimos como conteúdo, sejam verdadeiras, sucintas, claras e desprovidas de qualquer pedantismo ou afetação que comprometam a informação;
    3. Em nome da equipe que torna possível estas páginas eletrônicas, aceito suas desculpas e aproveito para lhe convidar a nos enviar, sempre que ache necessárias, suas sugestões e colaborações.
    4. Aproveito para lhe agradecer pelo manual recomendado.
    Meus sinceros respeitos

  • Beatriz Hanss comentou dia 04 de janeiro:

    Esse Michel é bem humilde...rs. Só faltou citar o pós doutorado...hehehe. Eu sou Fonoaudióloga, tenho meus humildes títulos, mas acredito que as palavras devem ser muito mais medidas do que uma cartola de especializações. Ensinar é mais gratificante do que citar soberbamente o que fiz e/ou o que estou fazendo....affff. Aplausos para o Sr Rau que erroneamente ou não admite na sua simplicidade a busca do conhecimento.

  • Michel comentou dia 05 de janeiro:

    Prezada Beatriz, não julgue uma pessoa antes de conhece-la. Primeiramente, você não conhece meu histórico de vida. Segundo, eu também sou professor, de pós-graduação. Terceiro, se errei em minha conuta para com o Sr. raul, eu me desculpei e me prontifiquei a auxiliar no que pudesse. É e sempre será uma das minhas principais preocupações que informações ejam passadas corretamente onde quer que sejam. Entretanto, também como pude verificar, o texto com os dados errôneos do último parágrafo permanecem. Perdoe se minha apresentação apareceu a você como "falta de humildade". Em nenhum momento eu disse uma inverdade, e não citei várias outras coisas a meu respeito. mas apenas quis deiar claro que tenho autoridade para tratar do assunto, pois trabalho com liquens a muitos anos (eu sou um dos poucos especialistas nas Américas). Quanto ao pós doc, não tenho tempo de fazer no momento pois ja estou abarrotado de compromissos até 2015, mas também já está nos meus planos. Um abraço e feliz ano novo pra você.

  • Raul Cânovas comentou dia 05 de janeiro:

    Cara Beatriz,

    Sendo fonoaudióloga e consequentemente trabalhando com o desenvolvimento da linguagem, deve ser-lhe fácil perceber deficiências ou até distúrbios de comunicação entre as pessoas. Isto não se resume à gagueiras ou desordens de fluência da fala. A historia nutre-se de episódios onde, por omissões ou exageros fonéticos, as guerras se originam sobrando penúrias aos inocentes.

    Longe de me declarar um controversista, prefiro copiar a naturalidade com que as plantas se relacionam, buscando harmonia e concórdia. Ao final das contas este aqui é o jardim das idéias.

  • Michel comentou dia 05 de janeiro:

    Aproveitando, desejo-lhe também um feliz ano novo, Sr. Raul, com prosperidade e paz.

  • Raul Cânovas comentou dia 05 de janeiro:

    Além de prosperidade e de paz, Michel, espero que 2012 proporcione um melhor entendimento e compreensão entre as pessoas. A fúria impetuosa, cega por vezes, as nossas percepções, encobrindo a luz da razão.

    Um ano abençoado para você!

  • Michel comentou dia 05 de janeiro:

    Com certeza, Sr. Raul. As vezes apenas ocorre que falhamos por fraquezas ainda não totalmente superadas. Não sou uma má pessoa, e estou sempre disposto a dialogar com quem quer que seja. Sobre liquens ou quaisquer outros assuntos. Tudo de bom pro senhor.

  • Ana comentou dia 08 de março:

    Tenho um sítio e em todas as árvores e lenhosas as plantas estão tomadas por líquens, percebemos que de fato o líquen toma todo o caule e o caule não consegue produzir brotos e acaba definhando até o completo apodrecimento dos ramos e caem. Uma das árvores ficou tão debilitada que acabou morrendo, contratamos um agrônomo e ele raspou todos os troncos com uma escova de cerdas duras, acho que escova de aço. Aqui venta demais porque é em cima de uma serra, mas que os líquens estão se proliferando demais e acabando com todas as minhas plantas isso estão sem sombra de dúvida, mas acredito também que talvez dar um pouco mais de "comida" para as plantas resolva o problema, as únicas plantas que não aparece o líquen é na caliandra e na goiabeira, o restante está tomado e morrendo aos poucos...estamos fazendo uma raspagem nas árvores para ver o que acontece se por acaso funcionar eu posto aqui.Pq elas não soltam brotos novos desde o aparecimento dos líquens. De fato o lugar aqui tem muito ar puro e venta demais, concordo com o fato dos líquens aparecem mostra que o lugar se encontra em perfeita harmonia, mas estão matando as minhas plantas lenhosas, tenho dó de vê-las assim, morrendo aos poucos.

  • Raul Cânovas comentou dia 12 de março:

    Pois é Ana,

    Eles devem ser controlados, como aconselhei no texto e em algumas das respostas aos nossos leitores. De forma alguma devemos julga-los como uma praga, entretanto sua expansão excessiva incomoda bastante.

  • Michel N Benatti comentou dia 16 de março:

    Prezadas pessoas

    Liquens NÃO SÃO PRAGAS E NADA CAUSAM AS ÁRVORES. sÃO EPÍFITOS, ACOMPANHAM OS ECOSSISTEMAS DESDE muito ANTES DE SURGIREM A HUMANIDADE, POIS HÁ FÓSSEIS CONSERVADOS EM AMBAR COM 400 MILHÕES DE ANOS.
    NO BRASIL, EXISTEM MAIS DE 5000 ESPÉCIES DE LIQUENS SOBRE DIFERENTES TIPOS DE SUBSTRATOS.

    As asrovres que a moça citou estão provavelmente morrendo por deficiência nutricional do solo, ou doenças pertinwentes a própria muda.

    Eu sou um dos principais especialistas no Brasil a respeito de liquens. Meu currículo pode ser encontrado na Plataforma Lattes (procurar por Michel Navarro Benatti). Liquens são de extrema importãncia para o meio ambiente, de estremo interesse para as atividades econômicas humanas.

    Me perdoem, mas disseminação de informação FALSA e ERRÔNEA de fato me deixa muito irritado.

    Pessoas que não conhecem um assunto não devem disseminar bobagens a respeito dele.

    A maioria dos agrônomos não seria capaz de diferenciar briófitas de liquens, e é óbvio que o sujeito enganou a moça.

    Por favor, consulte sempre um ESPECIALISTA. Por exemplo, o agrônomo deveria saber que nem todas as espécies de liquens cresce sobre todos os substratos, pois existem preferências por forófitos devido a rugosidade da casca para suporte do organismo.

    Fico a disposição para escarecimentos.

  • Michel N Benatti comentou dia 16 de março:

    Para dar um exemplo da importância dos liquens, nós utilizamos estudos de evolução de comunidades (sucessão de espécies em estágios)para averiguar o estado de uma mata. Algumas espécies por exemplo, só ocorrem em sistemas totalmente não antropizados, o que é um indicador de ecossistema em equilíbrio.

  • Meri Vic comentou dia 22 de abril:

    Caro Sr Raul, estou procurando uma solução para meu problema com minhas bergamoteiras nativas, aproximadamente com 35 anos, elas estão morrendo e estão cobertas de liquens. Hoje em minha procura deparo com esse interessante debate entre o conhecimento empírico e cientifico. Não sou conhecedora do assunto, simplesmente como a Sra Ana procuro uma solução para meu problema, já que não tenho como contratar um especialista. Cientificamente o Sr Michel nos orienta que liquens não mata a planta, a pergunta é, como faço para nutrir o solo onde o solo é arenoso , sempre coloco adubo orgânico( esterco de gado, galinha etc) e mesmo assim elas estão morrendo. Seria por velhice que elas estão morrendo? Quanto tempo vive uma bergamoteira nativa? Agradeço a atenção.

  • Ana Laura Ramos comentou dia 23 de abril:

    Minhas laranjeiras e bergamoteiras estão cobertas por liquens e estão minguando.
    Não dão mais frutas.
    Eu prefiro acreditar no sr, Raul e salvar minhas plantas, do que acreditar no dr. Michel e ficar vendo minhas plantas morrerem. Não gostei dessa maneira de o "dr". Michael altercar com as pessoas. Ele escreve muito mal e muito errado pra que acreditemos que é dr. Vou fazer o q o sr Raul aconselha que não fará mal nenhum pra minhas plantas e postarei aqui. Vai fazer mal, sim, para o ego do dr. Raul.

  • Meri Vic comentou dia 23 de abril:

    Realmente Dona Ana, minha avô com sua simplicidade e senso comum dizia: “Caldo de galinha não faz mal a ninguém, se não faz mal porque não tentar?” Vou fazer o que o senhor Raul propôs, tirar um pouco do excesso de liquens e passar a pasta bordalesa, vai que o remédio faça efeito positivo e minhas bergamoteira melhorem. Só vou ficar com a duvida se foi a retirada dos liquens ou se a pasta bordalesa quem resolveu o problema matando alguma praga, pois não terei como provar cientificamente. Abraços.

  • Michel N. Benatti comentou dia 24 de abril:

    Prezada Ana Laura

    Desculpe por "escrever mal". De fato, não estou prestando mesmo atenção enquanto digito (pra ser sincero, é um péssimo hábito, é verdade). Lamento muito por suas plantas, mas já que você prefere ignorar fatos ao esclarecimento, nada pode ser feito. Limpe as cascas das árvores, assista às mesmas morrerem, e depois continue procurando o seu culpado. Em ecossitemas conservados, tal como ocorrem em manguezais, é possível observar coberturas imensas nos troncos das árvores. E as mesmas sadias. O mesmo vale para todos os ecossistemas. Não adiantará de minha parte insistir com você. Saiba que SOU Dr., até indiquei meu currículo na Plataforma Lattes aqui, e estou a disposição para esclarecimentos. Seus, do Sr. Raul, ou de quem quer que seja.

  • Michel N. Benatti comentou dia 24 de abril:

    Aliás, a qualquer um que quiser nos visitar, o endereço é Núcleo de Pesquisa em Micologia, Instituto de Botânica, Av. Miguel Estéfano 3687, Água Funda, SP Capital. Damos com frequencia assessoria a quem nos procura, pois somos um dos institutos de pesquisa da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

  • Michel N. Benatti comentou dia 24 de abril:

    Meri Vic, você pode remover os liquens e passar a calda se assim quiser. Agora isso solucionar a morte de suas árvores é que não vai. As plantas podem ser muito velhas, ou como eu disse, o problema ser uma deficiência nutricional do solo. Se você não for até a causa do problema, é fato que as árvores VÃO morrer cedo ou tarde. Aliás, verifique se não há outros tipos de parasitas, tais como outros fungos do tipo orelha de pau. Ou mesmo pragas nas raízes.

  • Raul Cânovas comentou dia 25 de abril:

    Cara Meri Vic,

    Vamos por partes:

    - 35 anos é idade avançada para uma vergamota, especialmente quando cultivada nos trópicos;
    - Os liquens assim como algumas epífitas podem “sufocar” uma planta e, por fim, impedir que cumpra suas funções vitais;
    - A adubação em solos arenosos deve ter uma periodicidade menor, já que sendo muito permeáveis não retém nutrientes por muito tempo.

    Siga minhas recomendações para o controle desses liquens e reforce a adubação com Forth Frutas, um fertilizante especificamente formulado para frutíferas.

    Abraços,

  • Meri Vic comentou dia 26 de abril:

    Caro Sr Michel não faz muito tempo que assisti a uma matéria em um programa de televisão em que a ciência constatou que o colesterol encontrado no ovo faz bem para a saúde, desfazendo a mesma afirmação que a própria ciência dizia, a um tempo atrás, em que o colesterol encontrado no ovo fazia mal para a saúde( comido em excesso é claro). Levando em conta esse contexto pergunto: Quando o Sr Raul nos afirma que os liquens em excesso podem sim “sufoca ” uma planta ele não fala de boca pra fora , pelo que vi são anos de conhecimento que ele também possui. Porque não acreditar no conhecimento empírico do Sr Raul? Acredito esse ser um belo Problema de Pesquisa para um estudante de agronomia. Pois pelo pouco que conheço certas coisas são aceitas como sendo certo em uma época, podem deixar de ser em outra. Sr Michel pensem na minha sugestão sobre o Problema de Pesquisa, quem sabe sugerindo para algum aluno(a) que esteja disposto afazê-lo, todos nós iremos nos beneficiar com a pesquisa. Termino aqui agradecendo aos dois, Sr Raul e Sr Michel, pela resposta ao meu problema.

  • Michel N Benatti comentou dia 26 de abril:

    Oi Meri Vic.

    Eu trabalho com liquens a 13 anos, mais ou menos. Sou um dos poucos especialistas do país nessa área. Existem estudos que comprovam que o liquens são epífitos, e que vem desde a época de Lineu na Europa. Esses organismos usam as árvores e outros substratos apenas como suportes. Existem árvores milenares com coberturas imensas de liquens em vários ecossistemas do mundo. Se a pessoa não gosta deles em suas árvores, tudo bem, é uma coisa, mas alegar por desconhecimento uma determinada coisa é que eu discordo. Um colega inclusive fez sua dissertação de mestrado aqui conosco mostrando a relação entre os liquens e as cascas das arvores nos manguezais paulistas, um trabalho muito bom. Pode-se ver claramente o a bibliografia mundial aponta a respeito de que estes organismos não interferem, por exemplo, com os vasos (xilema, floema) das plantas. Liquens são usados como bioindicadores de conservação das matas e de poluentes, especialmente os aéreos como o dióxido de enxofre, desde o período vitoriano na Inglaterra. Entenda, uma vez que as cascas das árvores, ricas em subr na maioria dos casos, nada tem a ver com o processo de respiração, que é centrado no eixo folha-raiz, a presença de liquens, da mesma forma que hepáticas, musgos, outros grupos de fungos não parasitas e pteridófitas, bromelias ou samambaias em nada prejudicam o substrato, que nada mais é que um suporte. Na verdade, as substancias produzidas por vários liquens, por exemplo, impedem a instalação de bactérias nocivas devido a propriedades antibióticas, que aliás, são de interesse econômico. Espero ter contribuido, e continuo sempre a disposição para conversarmos.

  • Michel N Benatti comentou dia 26 de abril:

    Meri Vic, este aqui é um trabalho recente de uma colega, também Dr., no RS. Só como um exemplo aqui em terras tupiniquins.

    Distribuição vertical de liquens no tronco
    de Dodonaea viscosa L. na restinga de Itapuã,
    Rio Grande do Sul, Brasil de autoria de Suzana Martins e Marcelo Marcelli, este ultimo o maior especialista em liquens no país, e meu ex-orientador de Dr.

  • Iane comentou dia 03 de maio:

    Que absurdo é esse que acabo de ler!? liquens são pragas!? antes de colocarem informações como essas em um site as pessoas deveriam estudar!

  • Jardim das Ideias comentou dia 01 de junho:

    Oi Raíssa,

    Obrigada pela sua participação, no entanto, tivemos de remover seu comentário devido ao mesmo conter palavras inapropriadas.
    Contamos com sua compreensão e esperamos mais opiniões suas sobre os assuntos que publicamos aqui.

    Abraço,
    Equipe Jardim das Ideias.

  • Raissa Stancatte comentou dia 03 de junho:

    hahahahahaahahahahahahahahahahaha! ok tudo bem, eu falo de novo com um palavriado mais adequado, se bem que o seu é adequato mas nao tem estudo algum :)
    Vou mandar um recado a você e as pessoas que acreditam em você, procurem estudar, porque tudo o que esta escrito neste artigo nao passa de baboseira. Liquens não fazem mal a planta, FUNGOS sozinhos é que fazem, e ALGUMAS espécies de fungos.. como orelha de pau, ai sim vocês deverão se preucupar com suas plantas. OS LIQUENS SAO BIOINDICADORES DE POLUIÇÃO, ELES NOS AJUDAM A VERIFICAR A QUALIDADE DO AMBIENTE OK?! esta parte esta clara para o senhor? que bom... se quiser começar a estudar sobre o assunto pra ve se aprende, leia por exemplo o livro ''indicadores ambientais: conceitos e aplicações'' de Nilson Maia, ou entao ''Fundamentos da Ecologia'' Odum 2007! Espero que agora o senhor nao apague meu comentário e concerte as coisas erradas ditas :)

  • Raul Cânovas comentou dia 08 de junho:

    Srta Raissa Stancatte,

    A origem de seu bonito nome é grega e o significado dele indica que “Para resolver os problemas dos outros age com muita sabedoria, já quando o problema é seu tende a sentir-se desnorteado. Isso acontece porque sente-se mais confortável em decidir as coisas sempre com a cabeça fria.
    Mas seu coração sempre se intromete no meio das dúvidas, e fica difícil mesmo decidir. Um bom conselho seria controlar a ansiedade nestas horas e não ter medo de errar. Eis uma boa maneira de aprender (sic).”

    O texto acima, indicado entre àspas, não é meu, foi extraído do significado dos nomes e pode lhe ser de grande valia. Intuo, Raissa, que seja uma moça cheia de ímpetos e “verdades”, mas quiçá com muitas experiências a serem vividas e bastante para aprender (e compreender) na longa vida que tem pela frente. Entretanto, parabenizo sua coragem de contestar este escriba, que lhe responde amparado por uma vivência que um dia você poderá ter.

  • Luis Geraldo Esteves comentou dia 09 de julho:

    minha jaboticabeira esta com um fungo que parece liquens mais nao sei se é ele solta na mao parecendo uma casca fina que saber se tem algum tipo de produto para que eu possa aplicar na arvore para acabar ou diminuir pois moro em angra dos reis RJ e aqui e muito humido. sem mais agradeço!

  • Raul Cânovas comentou dia 09 de agosto:

    Luis Geraldo, tem como enviar-nos fotos? Só com essa descrição é difícil dar um diagnostico preciso. Em quanto isso pulverize com sulfato de cobre, talvez consiga controlar o problema. Abraços.

  • lirio antonio parisotto comentou dia 30 de agosto:

    como eliminar liquens das árvores frutíferas, incluindo videiras,e como prevenir, as mesmas dos liquens e dos fungos.obrigado um abraço.

  • Raul Cânovas comentou dia 12 de setembro:

    Hum?, Lirio, não entendi sua mensagem. Se ela é uma pergunta a resposta está no próprio texto acima. Abraços para você também!

  • Caio Mario comentou dia 08 de dezembro:

    Caro Raul,
    O conhecimento empírico é muito importante, sim. O homem do campo, por exemplo, muitas vezes reconhece a causa de fenômenos que acadêmicos de plantão demoram "séculos" pesquisando para identificar. Mas o conhecimento empírico, também muitas vezes, tem o defeito de tornar crendices e superstições em falsas verdades. O melhor então é sempre agregar, ao conhecimento empírico, embasamento científico. O senhor mesmo sabe que líquen é uma associação de fungo e alga por conhecimento científico, citando até o uso de microscópio em seu artigo, certamente com o intuito de trazer alguma credibilidade para informação postada no respeitadíssimo Jardim das Idéias.
    Mas mesmo depois de alertado da inconsistência científica do seu relato, insiste em contrariar fatos; não se preocupou em pesquisar sobre o assunto e em se retratar, mas sim em não assumir o próprio erro, defendendo-se com o escudo do "conhecimento empírico". Acho que não é bem ao Dr. Michel a quem deve ser dirigidos os atributos da arrogância e da soberba, mas tudo bem. Já que o senhor não irá se retratar, tampouco o Jardim das Idéias vai deletar o artigo, por trazer informação falsa, peço apenas uma coisa: quando encontrar uma árvore verdadeiramente sufocada por um líquen, por favor, chame a imprensa, o Governo, o Globo Rural... A Amazônia pode estar correndo perigo e o seu conhecimento empírico poderá salvá-la.

  • Alexandre Paim comentou dia 18 de janeiro:

    Ola Sr. Raul!!
    É muito admirável de sua parte dispor informações como essas no site, no entanto sou obrigado a concordar com o Dr Michel Benatti no que tange a conhecimento específico. Apesar da observação ser um dos principais quesitos para formar teses e conhecimentos científicos, ela por si só não nos leva a lugar algum. O conhecimento adquirido através de estudos, experimentos e observações é que formam a base sólida do saber. Entrei no site em busca de informações sobre como combater tais fungos que atingem minhas bergamoteiras e encontrei a resposta numa, muito técnica, digamos assim, discussão sobre o assunto e, embora suas idéias sobre a limpeza e o uso da calda bordalesa em nada afetam a vida do vegetal, prefiro aceitar o conhecimento científico. Abraços à todos

  • Penélope Condini Mortarella comentou dia 25 de janeiro:

    Gostaria de receber informações e artigos novos que serão publicados.

  • Equipe Jardim das Ideias comentou dia 25 de janeiro:

    Olá Penélope,

    Para acompanhar as nossas novidades, você pode acessar www.jardimdasideias.com.br/cadastro e preencher o cadastro, curtir a nossa página no Facebook www.facebook.com/jardimdasideiasstihl e seguir no Twitter www.twitter.com/JardimdasIdeias

  • Maria Beatriz Marcondes comentou dia 18 de maio:

    Minhas árvores (ameixeira, amoreira e todas as outras, até a cerca viva) está cheia de líquens. Tenho também muitas formigas.
    Como posso controlar.
    PS Tenho dois cães e crianças que frequentam a casa.

  • Equipe Jardim das Ideias STIHL comentou dia 23 de maio:

    Oi Maria Beatriz.
    No geral os liquens não são um problema para as árvores visto que eles crescem sobre os troncos, local onde a planta não realiza fotossíntese. Portanto, te aconselho a não fazer nada.
    Sobre as formigas, existem diversas espécies delas, as que causam danos às plantas são conhecidas como formigas cortadeiras, por se alimentarem de folhas ainda presentes nas plantas. Caso seja este tipo de formiga, te recomendo aplicar um inseticida tipo isca sobre as trilhas por onde elas caminham. Se for outra espécie, procure o ninho e aplique um produto inseticida cujo principio ativo seja o fipronil. Nas casas agropecuárias você encontra os dois tipos de inseticidas que te indiquei. O segundo possui até frascos próprios para utilizar na jardinagem, já com borrifador.
    Um abraço,
    Equipe Jardim das Ideias STIHL.
    Colaborou para esta resposta o Engenheiro Agrônomo, Marcelo Klein

  • Daiane Biegai comentou dia 28 de maio:

    Meu Deus!!! nunca vi tanto debate por causa de Liquens!
    Sou formada em Ciências Biológicas e estou concluindo a especialização em manejo e conservação ambiental, estou trabalhando com liquens em uma área de preservação, e nunca vi nada a respeito...Liquens não são pragas e muito menos sufocam as plantas...

  • Isabella comentou dia 10 de junho:

    Ameii esse texto eh muito bom mais o que eu queria mesmo era como os liquens se relacionam. sera que vcs poderiam colocar alguma coisa sobre isto ????
    muito obg pela atencao .... bjs

  • Equipe Jardim das Ideias STIHL comentou dia 13 de junho:

    Isabella, não recomendamos nenhum controle, pois os liquens não afetarem as árvores.
    Abraço,
    Equipe Jardim das Ideias STIHL.
    Colaborou para esta resposta o Engenheiro Agrônomo, Marcelo Klein

  • JUSCELINO DA ROCHA comentou dia 22 de julho:

    TEMOS UMA ÁRVORE GRANDE EM NOSSA PORTA, SÓ QUE NOS ULTIMOS MESES VEM APARECENDO UM FUNGOU OU LARVAS QUE APUDRECE A CASACA DA ARVORES QUANDO RETIRADA POR INTERIRO AO SEU REDOR ELA PODE MORRER. UMA OUTRA DO VIZINHO FOI RETIRADO A CASCA AO REDOR E ELA MORREU. QUE POSSO FAZER PARA SALVAR A MINHA ÁRVORE. QUE REMEDIO EU DOU.

  • Jardim das Ideias STIHL comentou dia 24 de julho:

    Juscelino, o controle mais eficiente é escovar o tronco com uma escova de aço e não retirar a casca por inteiro.
    Abraço,
    Colaborou para esta resposta o Engenheiro Agrônomo, Marcelo Klein

  • alvorina lopes rodrigues comentou dia 25 de julho:

    Adorei a matéria,pois temos poucos pes de frutiferas aqui em casa e este liquem esta terminando com as arvores.Obrigada,por mostrar uma saida.

  • Livio comentou dia 30 de julho:

    Caro Raul,

    Muito bom o seu artigo!Contudo, não entendi sua colocação com relação a "asfixia da planta" devido a impossibilidade de respiração da planta em função de uma alta infestação de liquens.
    A respiração ocorre em todas as células da planta, é um processo de oxidação de compostos orgânicos, que libera energia necessária para a realização de todos os processos metabólicos do vegetal.
    Você tem dados científicos que possam fundamentar sua colação? Por favor, não estou desacreditando seu artigo, sei que é um grande profissional e admiro muito o seu trabalho, apenas não entendi a relação entre a respiração e os liquens. Desde já agradeço a sua atenção e aguardo o seu retorno.

    Abraço,

    Lívio.

  • Livio comentou dia 30 de julho:

    Caro Raul,

    Muito bom o seu artigo!Contudo, não entendi sua colocação com relação a "asfixia da planta" devido a impossibilidade de respiração da planta em função de uma alta infestação de liquens.
    A respiração ocorre em todas as células da planta, é um processo de oxidação de compostos orgânicos, que libera energia necessária para a realização de todos os processos metabólicos do vegetal.
    Você tem dados científicos que possam fundamentar sua colação? Por favor, não estou desacreditando seu artigo, sei que é um grande profissional e admiro muito o seu trabalho, apenas não entendi a relação entre a respiração e os liquens. Desde já agradeço a sua atenção e aguardo o seu retorno.

    Abraço,

    Lívio.

  • Livio comentou dia 30 de julho:

    Caro Raul,

    Muito bom o seu artigo!Contudo, não entendi sua colocação com relação a "asfixia da planta" devido a impossibilidade de respiração da planta em função de uma alta infestação de liquens.
    A respiração ocorre em todas as células da planta, é um processo de oxidação de compostos orgânicos, que libera energia necessária para a realização de todos os processos metabólicos do vegetal.
    Você tem dados científicos que possam fundamentar sua colação? Por favor, não estou desacreditando seu artigo, sei que é um grande profissional e admiro muito o seu trabalho, apenas não entendi a relação entre a respiração e os liquens. Desde já agradeço a sua atenção e aguardo o seu retorno.

    Abraço,

    Lívio.

  • elias vaz comentou dia 20 de agosto:

    as arvores do meu sitio estão todas cheia de liquém (fungos)inclusive as frutíferas como devo trata-las Elias grto.

  • elias vaz comentou dia 20 de agosto:

    as arvores do meu sitio estão todas cheia de liquém (fungos)inclusive as frutíferas como devo trata-las Elias grto.

  • elias vaz comentou dia 20 de agosto:

    as arvores do meu sitio estão todas cheia de liquém (fungos)inclusive as frutíferas como devo trata-las Elias grto.

  • elias vaz comentou dia 20 de agosto:

    as arvores do meu sitio estão todas cheia de liquém (fungos)inclusive as frutíferas como devo trata-las Elias grto.

  • Jorge A. Becker comentou dia 21 de agosto:

    Leigo em botânica, moro num sítio. Buscando informações sobre os liquens dos meus cítricos. Encontrei nesse site um debate rico em informações sobre o tema. Encontrei tb uma aula de cidadania fantástica entre o Senhor Raul e o Dr. Michel. Parabenizo os dois pela firmeza na exposição das suas convicções sobre um tema que,como tantos outros, pode ser visto através de janelas diferentes. Foram exaltados o conhecimento acadêmico , e o não menos importante saber que a experiência nos dá. Agradecido.

  • Jorge A. Becker comentou dia 21 de agosto:

    Leigo em botânica, moro num sítio. Buscando informações sobre os liquens dos meus cítricos. Encontrei nesse site um debate rico em informações sobre o tema. Encontrei tb uma aula de cidadania fantástica entre o Senhor Raul e o Dr. Michel. Parabenizo os dois pela firmeza na exposição das suas convicções sobre um tema que,como tantos outros, pode ser visto através de janelas diferentes. Foram exaltados o conhecimento acadêmico , e o não menos importante saber que a experiência nos dá. Agradecido.

  • Jorge A. Becker comentou dia 21 de agosto:

    Leigo em botânica, moro num sítio. Buscando informações sobre os liquens dos meus cítricos. Encontrei nesse site um debate rico em informações sobre o tema. Encontrei tb uma aula de cidadania fantástica entre o Senhor Raul e o Dr. Michel. Parabenizo os dois pela firmeza na exposição das suas convicções sobre um tema que,como tantos outros, pode ser visto através de janelas diferentes. Foram exaltados o conhecimento acadêmico , e o não menos importante saber que a experiência nos dá. Agradecido.

  • Jorge A. Becker comentou dia 21 de agosto:

    Leigo em botânica, moro num sítio. Buscando informações sobre os liquens dos meus cítricos. Encontrei nesse site um debate rico em informações sobre o tema. Encontrei tb uma aula de cidadania fantástica entre o Senhor Raul e o Dr. Michel. Parabenizo os dois pela firmeza na exposição das suas convicções sobre um tema que,como tantos outros, pode ser visto através de janelas diferentes. Foram exaltados o conhecimento acadêmico , e o não menos importante saber que a experiência nos dá. Agradecido.

  • João Cirilo comentou dia 25 de agosto:

    Senhor Raul Cânovas:

    Muito obrigado pelo seu artigo, fruto do empirismo, como o senhor bem disse. E disse bem ainda bem, porque o empirismo é o fundamento de todas as pesquisas posteriores.

    Tenho algumas plantas cobertas de líquens. Dizem os doutos aqui que os líquens não prejudicam as plantas, entretanto observo que as cobertas com líquens (ou outros organismos bem parecidos), não produzem absolutamente nada ou produzem frutos muito mirrados.

    E, quando não há cobertura de espécie alguma e o tronco é "liso", a produção costuma ser maior e bem melhor.

    Portanto, empirista que também sou e encalistrado por essas coberturas nos troncos que prejudicam o o desenvolvimento das plantas, hei de fazer o controle conforme sugerido pelo senhor.

    Se não melhorar a planta, certamente não haverá de prejudicá-la.

    Obrigado pelas informações.

    João

  • João Cirilo comentou dia 25 de agosto:

    Senhor Raul Cânovas:

    Muito obrigado pelo seu artigo, fruto do empirismo, como o senhor bem disse. E disse bem ainda bem, porque o empirismo é o fundamento de todas as pesquisas posteriores.

    Tenho algumas plantas cobertas de líquens. Dizem os doutos aqui que os líquens não prejudicam as plantas, entretanto observo que as cobertas com líquens (ou outros organismos bem parecidos), não produzem absolutamente nada ou produzem frutos muito mirrados.

    E, quando não há cobertura de espécie alguma e o tronco é "liso", a produção costuma ser maior e bem melhor.

    Portanto, empirista que também sou e encalistrado por essas coberturas nos troncos que prejudicam o o desenvolvimento das plantas, hei de fazer o controle conforme sugerido pelo senhor.

    Se não melhorar a planta, certamente não haverá de prejudicá-la.

    Obrigado pelas informações.

    João

  • João Cirilo comentou dia 25 de agosto:

    Senhor Raul Cânovas:

    Muito obrigado pelo seu artigo, fruto do empirismo, como o senhor bem disse. E disse bem ainda bem, porque o empirismo é o fundamento de todas as pesquisas posteriores.

    Tenho algumas plantas cobertas de líquens. Dizem os doutos aqui que os líquens não prejudicam as plantas, entretanto observo que as cobertas com líquens (ou outros organismos bem parecidos), não produzem absolutamente nada ou produzem frutos muito mirrados.

    E, quando não há cobertura de espécie alguma e o tronco é "liso", a produção costuma ser maior e bem melhor.

    Portanto, empirista que também sou e encalistrado por essas coberturas nos troncos que prejudicam o o desenvolvimento das plantas, hei de fazer o controle conforme sugerido pelo senhor.

    Se não melhorar a planta, certamente não haverá de prejudicá-la.

    Obrigado pelas informações.

    João

  • Bruna comentou dia 05 de setembro:

    alguém poderia me falar sobre os LIQUENS que vivem no PANTANAL ??

  • Michel N Benatti comentou dia 06 de setembro:

    É, pelo visto, não adianta argumentar logicamente com uma ou outra pessoa.

    Bruna, não existem estudos sobre as comunidades de liquens em várias partes do Brasil ainda, incluindo o Pantanal mato-grossense. Há apenas um liquenólogo no momento no MS, o Dr. Adriano A. Spielmann, que começou a trabalhar na UFMS em anos recentes.

  • Equipe Jardim das Ideias STIHL comentou dia 10 de setembro:

    É possível controlar sua expansão limpando o tronco e os galhos com uma escova dura, de nylon ou de arame ou, até mesmo, com uma luva áspera de carneiro. Sobre os liquens que vivem no pantanal seria interessante pedir pra ela procurar um biólogo para indicar alguma publicação especializada sobre o tema.
    Abraço,
    Equipe Jardim das Ideias STIHL.
    Colaborou para esta resposta o Engenheiro Agrônomo, Marcelo Klein

  • Equipe Jardim das Ideias STIHL comentou dia 12 de setembro:

    Não recomendamos nenhum controle por não afetarem as árvores.
    Abraço,
    Colaborou para esta resposta o Engenheiro Agrônomo, Marcelo Klein

  • leslie de azevedo comentou dia 07 de novembro:

    Estou com uma arvore jasmim manga que foi dominada pelos liquens e acabou morrendo.Tinha 17 anos e era linda.
    Tenho um manaca em Sao paulo que tambem esta quase morrendo por causa dos liquens. A calda bordalesa e a limpeza do tronco realmente funcionam ou tenho que adubar com algo especifico

  • Michel N Benatti comentou dia 08 de novembro:

    Com certeza as árvores não morreram por causa dos liquens Leslie, mesmo porque provavlmente você não é capaz de distinguir uma única espécie que seja, e nem mesmo conhece qualquer coisa sobre a biologia dos organismos, tanto das árvores como dos liquens. Mas como as pessoas preferem a ignorância ao invés de resolver os problemas pelo que de fato deve estar ocorrendo, faça a remoção deles, e veja a árvore morrer do mesmo jeito. Só posso lamentar pela ignorância das pessoas, já que cada um acredita no que quer. Posso mostrar facilmente árvores, incluindo frutíferas, com dezenas (algumas com mais de uma centena) de anos aqui onde trabalho. O problema pra mim não é uma pessoa não querer os liquens nas árvores; é a ignorância de atribuir a eles uma coisa irreal e falsa, e perder a árvore por bobagem ao invés de correr atrás do real problema. Uma mo~ça veio até nós recentemente pensando da mesma forma que você, quando ela trouxe o "liquen" era uma oelha de pau de um fungo parasítico. Ou seja, ao invés dos leigos procurarem a solução, eles preferem "bater a cabeça" e esperar até que não mais tenha solução. Fazer o que. Como eu disse, continuo a disposição pra esclarecer dúvidas, mas enquanto informações falsas e errôneas forem divulgadas e as pessoas continuarem a crer em "conhecimento empírico" sem nenhum embasamento científico não há mesmo o que ser feito.

  • Michel N Benatti comentou dia 08 de novembro:

    Aqui vai um link com informação correta. Está em Inglês, mas ao menos está perfeitamente explicado.

  • Michel N Benatti comentou dia 08 de novembro:

    O link é http://www.savatree.com/are-lichen-harmful.html

  • Michel N Benatti comentou dia 08 de novembro:

    A propósito Leslie, várias das árvores com dezenas de anos de idade com troncos cobertos de liquens que temos aqui são Manacás da Serra, as quaresmeiras. Algumas das árvores tem mais de 30, outras 40 anos. E são dezenas de árvores.

  • Equipe Jardim das Ideias STIHL. comentou dia 13 de novembro:

    Olá, Ieslie.
    Sugerimos utilizar essas duas alternativas que são as mais recomendadas. No entanto, quando o estágio de parasitismo já é muito grande pode ser tarde demais. Tente evitar ao máximo a expansão dos liquens no começo.
    Abraço,
    Equipe Jardim das Ideias STIHL.
    Colaborou para esta resposta o Engenheiro Agrônomo, Marcelo Klein

  • Equipe Jardim das Ideias STIHL. comentou dia 13 de novembro:

    Olá, Michel.
    Obrigada pela sua visita ao Jardim das Ideias.
    Abraço,
    Equipe Jardim das Ideias STIHL.
    Colaborou para esta resposta o Engenheiro Agrônomo, Marcelo Klein

  • Equipe Jardim das Ideias STIHL. comentou dia 13 de novembro:

    Olá, Michel.
    Acreditamos que nesse link fala claramente que os liquens não matam árvores. Na opinião da equipe, também não há problemas visto que eles se alojam sobre os troncos e não sobre as folhas, região onde a planta realiza todas as atividades responsáveis pela sua vida, sendo a principal delas a fotossíntese. Outros biólogos, no entanto, acreditam em outras versões. Esperamos ter ajudado você.
    Abraço,
    Equipe Jardim das Ideias STIHL.
    Colaborou para esta resposta o Engenheiro Agrônomo, Marcelo Klein

  • Equipe Jardim das Ideias STIHL. comentou dia 13 de novembro:

    Olá, Michel.
    Acreditamos que nesse link fala claramente que os liquens não matam árvores. Na opinião da equipe, também não há problemas visto que eles se alojam sobre os troncos e não sobre as folhas, região onde a planta realiza todas as atividades responsáveis pela sua vida, sendo a principal delas a fotossíntese. Outros biólogos, no entanto, acreditam em outras versões. Esperamos ter ajudado você.
    Abraço,
    Equipe Jardim das Ideias STIHL.
    Colaborou para esta resposta o Engenheiro Agrônomo, Marcelo Klein

  • Equipe Jardim das Ideias STIHL. comentou dia 13 de novembro:

    Olá, Adleha.
    São espécies que podem ser plantadas tranquilamente em vasos. Faça uma leitura das perguntas e respostas do post, pois muitas serão tuas dúvidas também.
    1 – Compre vasos grandes;
    2 – Compre um substrato orgânico de qualidade;
    3 – Compre mudas de viveirista idôneos;
    4 – Plante-as e irrigue com frequência;
    5 – Coloque os vasos em local com bastante insolação; preferencialmente com mais de 06 horas de insolação direta por dia.
    Abraço,
    Equipe Jardim das Ideias STIHL.
    Colaborou para esta resposta o Engenheiro Agrônomo, Marcelo Klein

  • Michel N Benatti comentou dia 14 de novembro:

    Prezada Equipe Jardim das Idéias,

    Divulgar informação falsa e errônea na internet não é de bom praxe, e gostaria muito de conhecer "outros biólogos" que digam, cientificamente, que liquens fazem qualquer mal às plantas.

    Entendam que existem especialistas no assunto. São pessoas com décadas de formação sólida e não embasamento supersticioso, que se dedicam a estudar cientificamente estes e outros organismos, para fornecer informação precisa e correta às pessoas.

    Eu poderia citar tantos artigos científicos a partir de pesquisas em todo o planeta sobre a relação de liquens com seus substratos que provavelmente "floodaria" esta página. Todos publicados por pessoas sérias, competentes, que que entendem de fato do assunto. Em revistas de nível alto.

    Entendam que um biólogo não tem conhecimento universal sobre todo e qualquer organismo. Para isto se faz pós-graduação em uma determinada área para ampliar o conhecimento e desmistificar bobagens.

    Nossa instituição (Instituto de Botânica) é a única do Brasil com especialistas de todos os ramos da Botânica, incluindo a Micologia. Liquenólogos, ou liquenologistas, como somos chamados - especialistas nestes organismos - somos ainda poucos no Brasil. Aliás, no mundo.

    O fato de alguém discordar de mim não significa absolutamente nada, sem a pessoa ter qualquer noção sobre o que está falando. Por isso me coloquei a disposição de vocês para quaisquer informações necessárias.

    Mas acontece que não adianta abrir os olhos de quem é voluntariamente "cego". O que me irrita não é o fato de alguem querer remover liquens de arvores, mas achar que uma informação ERRONEA é verdadeira.

    Paciência. Eu acho que a página pode ser um excelente veículo, mas consultar quem não sabe lhufas sobre o assunto e desprezar quem trabalha com isso com dezenas de publicações e participações em congressos nacionais e internacionais parece ser comum aqui.

    Não é questão de ser arrogante; estou defendendo minha posição com embasamento e argumentação sólida.

    meus respeitos a vocês, meu sincero desejo de que progridam, e acima de tudo, que divulguem A VERDADE. Não somente com liquens.

  • Leonardo comentou dia 19 de dezembro:

    Há alguns dias que vejo este acirrado debate e segui a orientação so sr Cânovas de fui bem sucedido não podemos esquecer que cada caso é um caso como dizia um filósofo grego so sei que nada sei isso serve pra você sr. Michel... abraços

  • Michel N Benatti comentou dia 20 de dezembro:

    Prezado Leonardo

    Estude primeiro, e venha discutir depois. Só sei que eu sei sobre o que estou falando. Não sou um leigo. Sou mestre e doutor na área de biodiversidade - o meu doutorado é com liquens - e trabalho para a Secretaria do meio Ambiente do Estado de São Paulo. Trabalho com liquens a quase 15 anos, e sou um dos principais especialistas do país.

    Abraços

    Michel

  • Emerson L. Gumboski comentou dia 20 de dezembro:

    O texto está muito ruim e com informações errôneas. Liquens não matam plantas!!! Não são pragas! Faço minhas as palavras do Dr. Michel Benatti.

  • Leonardo comentou dia 22 de dezembro:

    Dr. Michel, bom dia alguns minutos de prática de bicicleta equivalem a muitos meses de aula teórica, imagine vc dando aula teorica de como andar de bicleta para uma pessoa que não sabe, tem direto para prática. Acaso depois de desses debates passei a observar melhor os liques nas mais diversas arvóres e concordo em parte com a sua teoria. O problema é que se a planta estiver muito fraca por causa do talvez por falta de nutrientes do solo os liques tomam conta de toda ela e não deixa ela soltar novos brotos.Aqui amigo abre o coração e esse mundo é grande de mais e volto a repetir que cada caso é um caso. Interessante e que peguei algumas mudas de romãs que estavam plantadas em vaso e mudei de lugar(tirei da fazenda e levei pra cidade)uma adubei com adubo 2520(cobertura) e a outra somente pedi minha filha para tirar o excesso dos caules, depois de aproximadamente duas semanas a que eu tirei o excesso já obtive bons resultados.

  • Leonardo comentou dia 22 de dezembro:

    Caro Emerson, por eu ser pai de duas filhas neste final de ano ando muiiito atarefado principalmete com a minha esposa, já viu como é mulher se não ficar de olho a fatura do cartão de crédito chega até as nuvens,rsrsrsrsrx, mas aqui o importante é passar a mensagem, realmente não sou dr no assunto mas as maiores descobertas da humaidade foram feitas com a simples OBSERVAÇÃO então fica abraço e que venha dias melhores em 2015.

  • Michel N Benatti comentou dia 22 de dezembro:

    Prezado Leonardo

    Eu desisti de discutir com leigos. Tomarei providências mais sérias ao invés de discutir com gente ignorante.

    Quanto ao Prof. Emerson Gumboski, ele tem mais conhecimento do que você julga. Pra começar, estamos discutindo a relação dos liquens com as árvores e não esposas e filhos.

  • Michel N Benatti comentou dia 22 de dezembro:

    A proposito Leonardo, tentando diminyuir sua IMENSA ignorância:

    Como sou Biólogo, tenho MUITO, Mas MUITO mais experiência de CAMPO com lqieuns do que você jamais sonhará em ter na vida.

    Já coletei MILHARES de amostras que hoje fazem parte da coleção do Herbário do Estado de SP; já fiz Inúmeras aulas de campo com outros profissionais e estudantes; Já examinei diretamente dezenas de tipos de substratos e milhares de espécies de liquens sobre eles. Já fiz análise cromatográfica de milhares de espécimes e conheço centenas de metabólitos secundários.

    Em termos de conhecimento de liquens, voc~e é uma criança numa biciletinha com rodas traseiras e eu piloto um onibus espacial.

    Você observou as árvores do seu quintal e vem me falar de experiência. Não se percebe o nível de ridículo. E pior do que querer ensinar o padre nosso ao vigário. Muito pior.

    Me diga, quantas espécies diferentes e quais os nomes tem em uma unica arvore da sua propriedade. Só eu ja achei 127 em uma unica árvore, e uma colega que detem o recorde achou mais de 180.

    Alias, por favor, voc~e deve saber também que varias substâncias formadas pelos liquens protegem as árvores de parasitas que infestam as cascas. Pode me sitar algumas?

    Não? Pois é. Essa é a diferença de mim para você.

    Ah, mais uma informaçãozinha: alguns dos liquens na sua árvore tem substâncias com ação antibiótica para uso humano. Provavelmente você também não sabia disto.

  • Valda comentou dia 24 de janeiro:

    pode ser lavado os troncos para eliminar os Liquens?

  • emir comentou dia 03 de fevereiro:

    como eliminar os liquens das arvores frutíferas e as larvas dos coqueiros.

  • Equipe Jardim das Ideias STIHL comentou dia 19 de fevereiro:

    Emir, olá
    Utilize escova de aço para a limpeza dos troncos.
    Quanto à praga do coqueiro, indicamos um material para leitura onde há uma descrição detalhada de pragas e formas de controle.
    http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Coco/ACulturadoCoqueiro/pragas.htm

    Esperamos ter ajudado.
    Um abraço,
    Equipe Jardim das Ideias
    *A resposta contou com a colaboração do engenheiro agrônomo Marcelo Klein.

  • Gustavo comentou dia 30 de maio:

    Soa para mim que todos vcs, leigos como eu, não devem duvidar de um cara que é doutor que está dizendo a mesma coisa em vários posts... então parem de ser tão ignorantes e leiam e aceitem que a informação está errada e que pare de divulgar!

  • Juliana comentou dia 04 de junho:

    Mil desculpas pelo que eu vou afirmar, mas seria ótimo se compreendessem que algo não pode ser comprovado apenas pela observação e que a verdadeira humildade não é dizer que se tem anos de experiência, citar frases paralelas tentando demonstrar "sabedoria" e afirmar-se ignorante, porém, no final, não admitir um simples erro somente porque acredita que a prática é absoluta. A prática é a essência do saber, mas em conjunto com, pelo menos, um pouco de comprovação. Diversas teorias já foram refutadas na história da humanidade e hoje são vistas como absurdos, não?

  • LAURO ESTEVÃO PETRI NOLL comentou dia 18 de junho:

    Gostaria de lamentar a postura orgulhosa e arrogante do Dr. Michel, pessoas "grandes" não tem esse comportamento, aliás, é mais típico de alguém de alguém que só segue a "cartilha". Do seu "elevado" conhecimento deveria informar que liquens em si não prejudicam as plantas todavia em sua estrutura habitam parasitas que causam enfermidades as plantas e que sim, literalmente mutilam as plantas, além disso sua estrutura rija forma um conto ao redor dos troncos impedindo o engrossamento dos troncos impedindo seu crescimento por isso a recomendação é "escova neles".

  • Michel N. Benatti comentou dia 21 de junho:

    Prezado Estevão

    Pessoas altamente ignorantes, tal como você é, sempre se apequenam diante de quem têm conhecimento REAL sobre uma campo da ciência; é típico da mediocridade humana afrontar quem sabe sobre o que está falando. Posso demonstrar NA PRÁTICA que liquens não prejudicam árvores, o que faço ministrando aulas de pós graduação para estudantes de Mestrado e Doutorado, nível a qual "gente" como você jamais vai passar perto. Aliás, sou assessor de diversas instituições, Tal qual a FACEPE (Fundação para Amparo a Pesquisa do Estado de Pernambuco) e a FAPESP (Fundação de amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo). Você sequer deve saber o que é uma hifa ou qual o modo como liquens se reproduzem, e vem querer me ofender? Recomendo-lhe estudar. E MUITO. Sabe, eu não discuto por exemplo engenharia com um engenheiro - seria ser exatamente como você e outras pessoas o são, muita ignorância. A diferença entre a minha ignorância e a sua é que eu não afronto quem tem mais conhecimento do que eu, eu agradeço ao ser instruído.

  • Michel N. Benatti comentou dia 21 de junho:

    A Propósito Lauro Estevão: liquens rijos???? impedem crescimento das árvores??? parasitas???? Meu Deus do céu, o seu nível de ignorância no assunto é monumental - liquens são fungos maleáveis que têm o corpo moldado pelo substrato, se adaptam ao crescimento das árvores conforme estas se desenvolvem passando inclusive a desaparecer por alterações de nicho ecológico se houver modificações demais e são epífitos tal como orqídeas, bromélias, diversas espécies de briófitas (musgos) e de pteridófitas (samambaias) - não retiram nutrientes das plantas ( as estruturas de fixação, que são várias, não ultrapassam quando muito em raros casos 2 ou 3 milímetros nas cascas que é onde se fixam, jamais chegando próximas de vasos lenhosos (xilema/floema). A nutrição destes seres é em um sistema fechado fungo/fotobionte, que pode ser uma clorófita (alga verde) ou uma cianobactéria (alga azul). Esistem nos ecossistemas brasileiros milhares de espécies em árvores com dezenas de anos de idade ou até CENTENÁRIAS!!! Posso mostrar isso a alguém em segundos onde trabalho. Espero ter diminuídos sua imensa ignorância no assunto. Poderia ficar HORAS explicando e mais horas em uma árvore mostrando coisas.

  • Michel N. Benatti comentou dia 21 de junho:

    Aliás, Lauro Estevão, você ocupa atualmente um cargo em uma prefeitura no RS, correto? Faça o seguinte para obter mais esclarecimento: contate a Fundação Zoobotânica em Porto Alegre, a Dra. Suzana de Azevedo Martins e a Dra, Márcia Käfer são liquenólogas a serviço do governo do seu Estado e podem lhe dar mais esclarecimentos ainda. Inclusive, como as duas trabalham com ecologia de liquens, podem lhe diminuir mais ainda a ignorância a respeito de como liquens são utilizados como bioindicadores da qualidade do ar, já que elas trabalham a tempos com esta linha de pesquisa.

  • Equipe Jardim das Ideias STIHL comentou dia 25 de junho:

    Olá Lauro!
    Obrigada por seu comentário! Ressaltamos que todas as opiniões aqui são muito bem-vindas, desde que realizadas com respeito aos demais!
    Um Abraço,
    Equipe Jardim das IdeiasNada a declarar neste comentário.

  • vera lucia meireles comentou dia 07 de julho:

    minha laranjeira está cheia de mancha branca no caule, ela é velhinha mas dá fruta o ano inteiro o q faço pra que ela não morra? me ajude eu agradeço.

  • Jardim das Ideias STIHL comentou dia 14 de julho:

    Olá Vera,
    Os liquens não irão matar sua planta. Uma série de outras doenças sim. Não se preocupe quanto aos liquens.
    Esperamos ter ajudado! Um abraço,
    Equipe Jardim das Ideias
    *Esta resposta contou com a colaboração no engenheiro agrônomo Marcelo Klein.

  • Michel N. Benatti comentou dia 15 de julho:

    Vera Lucia, "manchas brancas" normalmente não são liquens, mas podem até ser fungos de outra natureza, neste caso parasitas mesmo; liquens normalmente apresentam coloração verde a azulada ou de tons escuros dependendo se possuem algas verdes ou azuis em sua composição. Não dá pra saber o que a mancha é sem analisar, mas "branca" indica que seja outra coisa. Sugiro coletar uma amostra e enviar a algum especialista - tire uma lasquinha onde há a mancha e coloque num saquinho de papel pardo ou desses de pipoca (plástico retém umidade e daí mofa). Espero que isso ajude.

  • Angela Cristina Soares comentou dia 22 de julho:

    Olá! tenho 2 pau brasil em frente da minha casa,
    apareceram manhas brancas e está matando as árvores
    o que remédio posso usar, as árvores da mesma rua , uma já morreu ,e outra também está com a mesma doença.Aguardo resposta.

  • Equipe Jardim das Ideias STIHL comentou dia 25 de julho:

    Olá Angela,
    No geral são cochinilhas. Só que quando atacam o tronco não são tão agressivas a ponto de matar a planta. Pode estar ocorrendo alguma doença fúngica nas suas plantas.
    Esperamos ter ajudado!
    Um abraço,
    Equipe Jardim das Ideias
    *colaborou com a resposta o engenheiro agrônomo Marcelo Klein

  • carlos alberto hoppe comentou dia 12 de agosto:

    pintar os troncos da laranjeiras com cal ajuda no combate dos liquens?

  • Michel N. Benatti comentou dia 13 de agosto:

    Prezado Carlos

    O processo de uso de cal MATA micro-organismos necessários para a sobrevivência das árvores. É uma ótima maneira de matar as laranjeiras.O óxido de cálcio é uma substância alcalina e corrói a parte externa da árvore. O cal destrói o ecossistema do tronco, tornando a árvore altamente vulnerável a doenças.

  • Equipe Jardim das Ideias STIHL comentou dia 19 de agosto:

    Olá Carlos,
    Pode ajudar sim. No entanto, os liquens não são problema.
    Esperamos ter ajudado!
    Um abraço da Equipe Jardim das Ideias
    *colaborou com a reposta, o engenheiro agrônomo Marcelo Klein

  • Equipe Jardim das Ideias STIHL comentou dia 19 de agosto:

    Olá Michel,
    Obrigada por sua contribuição.
    Abraços da Equipe Jardim das Ideias