
Seu nome botânico deriva do grego agapas - amor e anthus – flor. Silvestre de uma região que contempla o encontro eterno do Oceano Índico com o Oceano Atlântico, cresce da mesma forma nos vales próximos a capital legislativa da África do Sul, Cidade do Cabo, como nas montanhas esverdeadas de Table Montain.
Nessa região, muito tempo antes do navegador português Bartolomeu Dias atingir, em 1487, o extremo Sul da costa africana, os sangomas (curandeiros) da tribo Xhosa preparavam um chá com as raízes para acalmar as dores do parto.
É uma excelente opção como flor de corte, já que as hastes são compridas, no entanto ao cortá-las lave a parte talhada para retirar a seiva pegajosa que dela escorre.
Confira a ficha completa na Biblioteca de Espécies.








Elizabeth Custodio comentou dia 26 de outubro:
Tenho um canteiro de Agapanthus africanus fazendo frente à fachada de casa e é realmente encantador quando v. chega na garagem e a nuvem azul de flores está ali te esperando. Nada paga esse encantamento. Muito simples, fácil de tratar. Trabalho só de agradecer por sua formosura. Adoro essa flor! Elizabeth
Geraldo Trindade Mota comentou dia 27 de outubro:
Estava pesquisando sobre fungos e descobri por acaso esta página. Simpremente maravilhoso, principalmente dica sobre os caraóis.Já salvei em meus favoritos.
Hosana comentou dia 03 de julho:
A planta agapanthus africanus aceita muito sol? digo sol do cerrado com clima seco e as vezes frio?
Raul Cânovas comentou dia 01 de agosto:
Sim Hosana,
Não apenas aceita como precisa de muito sol e pouca umidade ambiente, para florescer abundantemente. Frios eventuais não a prejudicam, ao contrário estimulam a florada e inibem as doenças fúgicas.
Abraços,